As verdades bíblicas não devem ser relativizadas pela consciência.

I Timóteo 4: 1-2
Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência

Uma das consequências do tecido cauterizado é a perda total ou parcial da sensibilidade daquele tecido. A dor, que era o maior incomodo, após a cauterização deixa de ser sentida, mas não implica que está definitivamente curada, ou seja, o que na verdade existe após a cauterização, é a sensação de alívio que produz um sentimento de que o procedimento foi bem-sucedido.

A consciência revela o que cada homem acredita que “deve” ser. É indicação de seu sentimento interno sobre o moral correto, do ideal nobre pelo qual sente que deve lutar. É o seu estímulo em direção à sua concepção de alturas morais, e seus freios, evitando fazer o que acredita ser errado. A consciência não é o padrão final da verdade, porque isso deve vir de Deus através da revelação. É por isso que o homem tem que fazer o que ele verdadeiramente crê que Deus quer que ele faça.”(1)

Com raras exceções, a maioria esmagadora dos homens são dotados de boas intenções. Mas, do que adianta ter um coração transbordante de ótimas intenções, se a fraqueza da carne, por menor que seja, sobrepuja essas boas intenções? Diz o adágio popular que homens de boas intenções, o inferno está cheio. Muitas pessoas, verdadeiramente acreditam que suas intenções estão, minuciosamente, dentro do que Deus estipulou, acreditam piamente, que estão fazendo exatamente o que Deus quer que se faça. Não reconhecem que, são, naturalmente, limitadas e imperfeitas, e que, por causa destes defeitos devem recorrer ao perdão de Cristo constantemente.

O problema é que, cauterizando a consciência das pessoas, o ato do pecado flui tão naturalmente, tão espontâneo que, aquilo que é errado tem aparência de certo, não causando constrangimento algum naquele que vive na pratica do erro.

O aborto sempre foi, na história da humanidade, algo repudiado entre os que fazem uso do bom senso. Qualquer técnica, procedimento ou ato que produz o aborto, deve ser evitado e reprovado pelos crentes. Em hipótese alguma o crente deve lançar mão de algum recurso que, hipoteticamente, provoque o aborto.
Abortar não é, simplesmente, o ato de expelir o zigoto, embrião ou feto do útero, induzido por medicamento ou qualquer outra substância, em alguns casos o feto, já formado, é sugado por um aparelho tipo um “aspirador”, com uma pressão tão forte, que o corpo indefeso do pequenino ser é totalmente destruído. Braços e pernas já perfeitamente formados são arrancados do corpo e, a cabeça, como é grande para passar pelo tubo de aspiração, primeiro é esmagada e depois aspirado os fragmentos do que restou de um ser humano que estava em processo de desenvolvimento. Busquem na rede que vocês acharão algum vídeo que detalhe o aborto de um feto com 3 meses de vida.

Perdoa-me a explicação tenebrosa, mas as vezes, o melhor tratamento é o de choque. A intenção é despertar os que, com boas intenções, tem praticado ou consentido nesta prática ilegal (para Deus).

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Fonte: (1) www.estudosdabiblia.net

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Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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