Deus anela que haja disposição em nós para obedecê-lo.

Deuteronômio 5: 29
Quem dera que eles tivessem tal coração que me temessem e guardassem todos os meus mandamentos todos os dias, para que bem lhes fosse a eles e a seus filhos, para sempre!”

Os cabeças das tribos que formavam a nação de Israel, cercaram Moisés atemorizados pelo que viram acontecer no monte Sinai e insistiram em receber as Leis de Deus, não por temerem a Deus, mas por medo do que poderia lhes sobrevir e, tal qual o peixe, o homem, muitas das vezes, paga um preço caríssimo por causa das palavras que profere apressadamente. Na ânsia de serem poupados do provável castigo pela rebeldia, prometeram o que não cumpririam, contudo, nosso Deus não se fia em palavras de homem, mas alegra-se quando contempla um coração sincero e fiel. Em relação a Deus, a obediência não pode ser apenas uma atitude que demonstra reverente submissão. A obediência a Deus envolve sempre uma atitude do coração, e se amamos ao Senhor, guardaremos seus mandamentos.

É desolador ver como está o comportamento de muitos “crentes” hoje em dia. A grande maioria das pessoas que frequentam igrejas, não estão indiferentes apenas as doutrinas bíblicas não, estão indiferentes a tudo que diz respeito a salvação em Cristo Jesus. Por mais que se fale e ensine, as pessoas continuam num estado de ataraxia, tendo, em si, uma falsa confiança de que tudo está na mais perfeita ordem e, no mais completo controle.

A grande dificuldade que o pecador enfrenta é admitir a realidade da sua condição. O pecador pensa que tem o pecado sob seu controle e, que na hora em que ele quiser, ele para de pecar. Suponhamos que seja assim (mas não é), que consigamos abandonar nossa vida de pecados por nossas próprias forças, ainda assim, isso não seria suficientemente capaz de nos reconciliar com Deus, pois a ÚNICA forma de tratar com o pecado é com arrependimento e confissão. É, é neste ponto que muitos crentes estão esbarrando – estão fazendo pouco caso da Lei de Deus e do Seu juízo.

Nenhum choro por mais copioso que seja é sinal efetivo de arrependimento. O que evidencia o arrependimento é a mudança de vida – eu fazia, agora não faço mais, isso é arrependimento, e quando nos arrependemos, somos compelidos a confessar as falhas enumerando-as pelos seus nomes.

Não há a menor possibilidade de falharmos com o nosso Deus e fingir que está tudo bem. Mesmo que insistamos em “tocar” a nossa vida como se tudo estivesse normal, quando burlamos os mandamentos do Senhor, nosso íntimo se desmorona, um vazio enorme toma conta de todo nosso ser e não encontramos nada ao nosso redor que possa preenchê-lo.

A obediência beneficia aquele que obedece. Não existe aquele que vive em desobediência e que obtenha êxito na vida.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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