O homem justo profere palavras sábias.

Salmos 37: 30
 “A boca do justo fala da sabedoria; a sua língua fala do que é reto”.

Quando o Senhor deu a oportunidade a Salomão de pedir aquilo que desejasse, ele pediu sabedoria – um coração compreensivo para julgar – “para que prudentemente discernisse entre o bem e o mal”, a fim de liderar bem “o grande povo” do Senhor e para tomar decisões corretas e sem parcialidades. Da mesma forma, podemos pedir a Deus esta mesma sabedoria – “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á dada”. Atentemo-nos que Salomão pediu discernimento para executar seu oficio, ou seja, para realizar a sua função dentro da vontade de Deus; Salomão não pediu que o Senhor fizesse o trabalho por ele. Assim, nós, também, não devemos pedir a Deus que faça por nós o que Ele quer realizar por nosso intermédio. Antes, solicitemos ao Senhor que nos dê sabedoria para decidirmos o que precisamos fazer, e coragem para realizá-lo.

Salomão pediu sabedoria, não bênçãos materiais, mas Deus lhe deu também riquezas e vida longa. Mesmo que o Senhor não prometa prosperidade aos que o seguem, concede-nos o que precisamos se pusermos seu reino, seus interesses e seus princípios em primeiro lugar – “Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos? (Porque todas essas coisas os gentios procuram.) Decerto, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas essas coisas; Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”. Colocar nossos olhos nas riquezas é uma atitude que somente nos deixará insatisfeitos, porque mesmo que alcancemos os bens materiais que almejamos, ainda desejaremos algo mais. Mas se colocarmos Deus e sua obra em primeiro lugar. Ele satisfará nossas necessidades, mesmo as mais profundas.

Ao longo da maior parte de seu reinado, Salomão aplicou bem seu conhecimento porque buscou a Deus. Os frutos desta sabedoria foram paz, segurança e prosperidade para a nação. Este período ó frequentemente considerado um ideal que qualquer nação pode alcançar se permanecer unida em sua confiança e obediência ao Senhor. Todavia, mesmo sendo o homem mais sábio que viveu neste mundo, Salomão em algumas ocasiões se portou como um que não tem o mínimo de conhecimento e sabedoria. Salomão, a fim de garantir “bons negócios”, casou-se com muitas mulheres estrangeiras, as quais afetaram sua vida de fidelidade a Deus – “E tinha (Salomão) setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração”, bem com, tributou excessivamente o seu povo.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal (pág. 465 extraído e adaptado)

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