Quem confia no Senhor e aceita sua palavra, encontra vida.

Provérbios 16: 20-22
 “O que atenta prudentemente para a palavra achará o bem, e o que confia no Senhor será bem-aventurado. O sábio de coração será chamado prudente, e a doçura dos lábios aumentará o ensino. O entendimento, para aqueles que o possuem, é uma fonte de vida, mas a instrução dos tolos é a sua estultícia”.

Evidentemente que o ensino desta semana não é nos fazer conhecer a fundo a biografia do rei Joás, antes, o que devemos aprender no decorrer desta semana é sobre aquilo que tem exercido influência e nosso modo de se comportar. A Bíblia nos assegura que se não estivermos atentos a tudo quanto nos rodeia, podemos ser influenciados ou induzidos a reagir de maneira imprópria diante de algumas situações. O rei Joás, enquanto foi influenciado pelo sacerdote Jeoiada, fez tudo o que era agradável aos olhos do Senhor, mas quando essa influência deixou de existir (Jeoiada morreu), sua própria vida, o seu governo e a devoção do povo a Deus foi abalada de maneira trágica.

Devemos começar esta semana trazendo a tona um assunto que parece estar resolvido de maneira definitiva, mas que, infelizmente não está. Ainda que muitos assuntos não sejam trazidos à baila diariamente, isso não quer dizer que sejam situações que, uma vez resolvidas, não seja necessário ficar “batendo na tecla”. Esse tipo de comportamento é uma arma que nós, seres humanos, utilizamos para nos sentirmos “seguros” acerca de determinada situação. Ou seja, se “enterramos” um assunto, mesmo que ele não esteja totalmente resolvido, embora seja impossível esquece-lo completamente, o simples fato de não haver comentários frequentes do caso, nos faz pensar que esteja resolvido – MAS NÃO ESTÁ! O pecado é esse assunto do qual estamos falando.

O que precisa estar definitivamente compreendido é que o pecado não pode ser visto como sendo, apenas, aquilo que praticamos e que desagrada a Deus. Pecado não é aquilo que simplesmente fazemos ou deixamos de fazer, o pecado é uma natureza. Mais uma vez voltamos a dizer que não somos pecadores porque pecamos, antes, pecamos porque somos pecadores e, isso (o pecado) está inerentemente associado à nossa natureza humana.

O pecado espreita cada aspecto da existência humana. Ele é um inimigo que seduz, atraindo-nos para aquilo a que estamos inclinados e, quando acolhido por nós, compele-nos ao mal, como parte de nossa natureza caída. Embora, o pecado seja intimamente conhecido, ainda que permaneça estranho e misterioso, ele promete a liberdade, mas escraviza, produzindo desejos que não podem ser satisfeitos. Quanto mais nos debatemos para escapar ao seu domínio, tanto mais inextricavelmente nos enlaça.

Quando compreendemos o que, de fato, pecado é, isso nos ajuda no conhecimento de Deus, porém, o pecado pode distorcer até mesmo nosso conhecimento do próprio-eu. Ora, sendo assim, se não podemos, nem mesmo, compreender a nós mesmos, como queremos compreender Deus. A sociedade,  hoje, reduz o pecado a sentimentos ou atos, desconhecendo ou rejeitando totalmente o mal que ele, não somente representa, mas é.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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