A Lei do Senhor foi dada pelo ministério de Moisés.

Neemias 10: 29
 “Firmemente aderiram a seus irmãos, os mais nobres de entre eles, e convieram num anátema e num juramento, de que andariam na Lei de Deus, que foi dada pelo ministério de Moisés, servo de Deus; e de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do Senhor, nosso Senhor, e os seus juízos e os seus estatutos”.

A lei de Deus foi dada ao povo israelita, através de Moisés, a fim de estabelecer um ideal no parâmetro nas questões do relacionamento com o Senhor. Ser um esmerado observador da lei de Deus, não implica em alcançar perdão dos pecados, o cumprimento da lei de Deus jamais proporcionou perdão definitivo dos pecados. A lei define o tipo de relacionamento que se tem com o Senhor, ela não assegura a permanência deste relacionamento, nem promove graça suficiente para que vivamos de modo a glorificar a Deus.

A lei e o concerto do Antigo Testamento não eram perfeitos, nem permanentes. A lei funcionava como um tutor temporário para o povo de Deus até que Cristo viesse – “Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que, pela fé, fôssemos justificados”.  O antigo concerto agora foi substituído pelo novo concerto, no qual Deus revelou plenamente o seu plano de salvação mediante Jesus Cristo.

A lei foi dada por Deus e acrescentada à promessa “por causa das transgressões” e, tinha o propósito de prescrever a conduta de Israel; de definir o que era pecado; de revelar aos israelitas a sua tendência inerente de transgredir a vontade de Deus e de praticar o mal, e de despertar neles o sentimento da necessidade da misericórdia, graça e redenção divinas – “Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado. Mas, agora, se manifestou, sem a lei, a justiça de Deus, tendo o testemunho da Lei e dos Profetas, isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não há diferença”.

A lei expressava a natureza e o carácter de Deus, seu amor, bondade, justiça e repúdio ao mal. A salvação no Antigo Testamento jamais teve por base a perfeição mediante a guarda de todos os mandamentos. Inerente no relacionamento entre Deus e Israel, estava o sistema de sacrifícios, mediante os quais, o transgressor da lei obtinha o perdão, quando buscava a misericórdia de Deus, com sinceridade, arrependimento e fé, conforme a provisão divina expiatória mediante o sangue.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal (pág. 146, extraído e adaptado)

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