"𝓔, 𝓵𝓲𝓫𝓮𝓻𝓽𝓪𝓭𝓸𝓼 𝓭𝓸 𝓹𝓮𝓬𝓪𝓭𝓸, 𝓯𝓸𝓼𝓽𝓮𝓼 𝓯𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓼𝓮𝓻𝓿𝓸𝓼 𝓭𝓪 𝓳𝓾𝓼𝓽𝓲𝓬̧𝓪". 𝓡𝓶 6:18

Devocionais EBD

Cristo, superior aos anjos em majestade e deidade.

Imagem relacionadaHebreus 1: 6-8
E, quando outra vez introduz no mundo o Primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem. E, quanto aos anjos, diz: O que de seus anjos faz ventos e de seus ministros, labareda de fogo. Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro do teu reino.”

Longe de querer fazer de sua carta, um texto dramático, o autor da epístola de Hebreus trata da realidade nua e crua que a igreja de Cristo está exposta. Perigos que rondam cotidianamente os crentes de todos os tempos. Perigos que existiam na igreja primitiva, existiram no decorrer da história da igreja e, existem hoje em nosso meio, que é a apostasia. A diferença está no nível de intensidade que cada geração viveu essa apostasia. Como vemos na história da igreja, no início, eram apenas alguns que se apostatavam, com o decorrer do tempo o número dos que tem se apostatado da fé, foi aumentando e, hoje em dia, esse número é alarmante.

Quando nos deparamos com as cartas do Apocalipse, percebemos claramente que estamos vivendo a geração de Sardes, geração essa, que antecede a volta de Jesus para o arrebatamento da sua Igreja. Na nossa geração, temos, indiscutivelmente, um grupo de crentes que estão, definitivamente, mortos (espiritualmente) dentro das igrejas, cujos “cadáveres” não são removidos por causa do grau de relacionamento que tem com o pastor, dirigente ou líder, pior que isso, além de não serem removidos, ocupam funções vitais a manutenção da vida da igreja. Há, também, outro grupo que está gravemente doente, “está para morrer”, foram contaminados pela mesma doença que causou a morte do outro grupo, e, que, se não tomarmos as devidas providências, o fim será o mesmo. E, as providências para recuperar esse grupo que ainda respira, com dificuldade, mas respira, não é encher a agenda da igreja com atividades de entretenimentos para unificar o corpo, para uma igreja que está morrendo, o único remédio é um avivamento. Por isso, o autor da carta aos Hebreus, fala com tanta propriedade sobre a apostasia, o mal que sobrevirá sobre a igreja de Cristo.

Para as igrejas que estão vivendo a “geração de Sardes”, eu digo que o avivamento não virá através de campanhas infindáveis no decorrer do ano; também não virá nas festividades dos grupos das igrejas, onde os pregadores itinerantes são “fogo puro”; também não virá de cultos mensais, separados especificamente para esse fim; também não virá de um culto onde as profecias vem em forma de enxurradas, enfim, avivamento não se dá por decreto. O único que pode reavivar uma igreja é o Espírito Santo de Deus, e quando isso ocorre há um genuíno quebrantamento na igreja e uma volta radical aos princípios do Evangelho de Cristo. A igreja, onde a liderança esta subordinada ao governo de Jesus, é uma igreja que prioriza as Boas Novas de salvação do Evangelho de Cristo; que prioriza o Reino de Deus, e os dons ministeriais.

A apostasia, como disse Carlos Augusto Vailatti no livro de apoio do trimestre, é uma ameaça tangível e real que vive a rondar de perto a vida de todo e qualquer crente verdadeiro e, por isso, o autor de Hebreus adverte seriamente os seus leitores. É interessante observar que junto com as advertências vem os recursos para escaparmos desta ameaça.

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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Erivelton Figueiredo

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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