Sinais sobrenaturais marcaram o advento do Espírito Santo.

Atos 2: 2-3
 “E, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles”.

O Dia de Pentecostes era comemorado 50 dias após a Pascoa, e era também chamado de Festa da Colheita. Era uma das três grandes comemorações anuais; uma festa de ações de graça pelas colheitas. Jesus foi crucificado no período da Páscoa e ascendeu ao céus 40 dias após sua ressurreição. O Espirito Santo veio 50 dias após a ressurreição, dez dias após a ascensão de Jesus. Judeus de muitas nações se reuniam em Jerusalém por ocasião do Pentecostes. Deste modo, o discurso de Pedro foi proferido para um público internacional, e resultou em uma colheita mundial de novos cristãos; os primeiros convertidos ao cristianismo.

Esse acontecimento se deu em cumprimento às palavras de João Batista sobre o batismo com o Espírito Santo e com fogo e às profecias de Joel sobre o derramamento do Espirito Santo. A imagem das “línguas repartidas, como que de fogo” simbolizam a fala, a comunicação das Boas Novas. O fogo, a presença purificadora de Deus, que queima os elementos indesejáveis de nossa vida e incendeia o nosso coração, para que ilumine a vida de outras pessoas. No monte Sinai, Deus confirmou a validade da lei do Antigo Testamento, enviando fogo do céu. No Pentecostes, Deus confirmou a validade do ministério do Espirito Santo, enviando fogo. No Sinai, o fogo desceu sobre um determinado lugar; no Pentecostes. Desceu sobre muitos crentes, indicando que a presença de Deus está disponível a todos aqueles que nEle creem.

As manifestações externas de um som como de um vento poderoso e das línguas de fogo demonstram que Deus estava ali presente e ativo, de modo poderoso. O fogo talvez simbolize a consagração e a separação dos crentes para Deus, visando a obra de glorificar a Cristo e de testemunhar dEle. Estas duas manifestações antecederam o batismo no Espírito Santo, e não foram repetidas noutros relatos similares do livro de Atos.

Não sabemos qual língua cada um falava. Podemos imaginar que era um barulho intenso e impressionante. O grande milagre é que pessoas de várias partes do mundo ouviam e entendiam o que estava sendo falado em suas próprias línguas. O Espírito é esse grande educador, que nos capacita a falar e a entender, e capacita os outros a ouvir e falar também. Assim ele possibilita a comunicação. Sem comunicação, o ser humano não consegue construir nada.

Um dos fenômenos sobrenaturais no Pentecostes foi o falar em outras línguas. Essas línguas, embora são interpretadas de outras formas, para nós (pentecostais) têm como interpretação línguas sobrenaturais concedidas especificamente para fins de comunicação com as pessoas ali reunidas de toda parte do Império Romano.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.
– Bíblia de Estudo Pentecostal.

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