Jesus, o Sumo Sacerdote obediente e submisso que nos ensina.

Imagem relacionadaHebreus 5: 8 – 12: 28
Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu … … Pelo que, tendo recebido um Reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente com reverência e piedade

Se todos os crentes tivessem uma plena visão da Salvação, se todos pudessem ver plenamente ao longe a tão grande salvação que receberam, com certeza teriam atitudes diferentes no seu dia-a-dia. Teríamos tanto regozijo, tanta motivação, tanto entusiasmo, tanta convicção, tanto anseio e enlevo pelo Céu, que não haveria na Terra um só salvo descontente, descuidado, negligente e embaraçado com as coisas desta vida e deste mundo. Ademais, teríamos uma tão profunda compreensão do que é o Céu – e, por isso, teríamos tanto desejo de ir para lá -, que o Diabo não teria na igreja um só fã, um só admirador de suas coisas, um só aliado” (Pr. Antônio Gilberto)

O perigo de perder a salvação é tão real quanto a própria salvação. Da mesma forma como a Palavra de Deus nos guia para o Céu, ensinando-nos, meticulosamente, o que temos que fazer e como fazer para que isso aconteça, ela também, nos adverte severamente a sermos extremamente diligentes e zelosos quanto a essa salvação e, espontaneamente, nos colocarmos a serviço de Deus, agradecidos pelo privilégio concedido, pois, os perigos que nos rondam diuturnamente são capazes de nos fazer desviar do objetivo. E, temos visto com certa frequência no meio da igreja, crentes, que por julgarem já estarem definitivamente salvos, agirem com displicência e negligência em relação a própria salvação. Crentes que precisam aprender, urgentemente, os rudimentos das doutrinas da Palavra de Deus.

A certeza da salvação não tem origem no tempo de “serviço” a Deus, bem como, não está relacionada, meramente, ao comportamento do crente diante do sistema do mundo e, muito menos, está assegurada por causa da função que desempenhamos no “corpo” (igreja). A própria Bíblia, em I João 5:11-13, nos dá uma resposta definitiva acerca de como podemos estar convictos da salvação: “E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho.  Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus.” Diante disso, a certeza da salvação se torna simples de aceitar, mas então surge outro questionamento: “Eu tenho Jesus como minha vida?”, pois, aquela convicção depende desta.

Não precisamos nos submeter a esforço sobre-humano para provar que temos Jesus no centro de nossa vida, as pessoas devem perceber, espontaneamente, isso em nós. Da mesma forma que sentamos numa cadeira de dentista e depositamos, apesar do medo, toda nossa confiança na habilidade do profissional, devemos entregar nossas vidas ao governo de Cristo. “Entregar a vida” é abrangente, não diz respeito somente as questões espirituais.

Jesus dá uma declaração de que ninguém pode nos arrebatar das suas mãos (João 10:28-29), mas, entenda literalmente o que está escrito, não seremos arrebatados das “MÃOS” dEle. Se estivermos vivendo sob estas condições, definitivamente, estamos SALVOS.

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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