Um Tabernáculo celestial fundado pelo Senhor.

Hebreus 8: 1-2
Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da Majestade, ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem.”

O Tabernáculo da antiga aliança, também podemos chamá-lo de Santuário Terrestre, era o lugar onde Deus se encontrava com o pecador, onde Deus se revelava ao pecador, onde Deus habitava com o pecador, onde Deus falava com o pecador, onde Deus recebia o pecador, onde Deus perdoava o pecador e o lugar onde Deus recebia as ofertas do pecador.

Farás também o pátio do tabernáculo, ao lado meridional que dá para o sul; o pátio terá cortinas de linho fino torcido; o comprimento de cada lado será de cem côvados. Também as suas vinte colunas e as suas vinte bases serão de cobre; os colchetes das colunas e as suas faixas serão de prata.”

Tudo que havia no tabernáculo era um símbolo de Jesus Cristo e sua obra vicária. Onde o povo se instalasse, ali devia ser erguido o tabernáculo, levantando-se acampamento, o tabernáculo de igual modo deveria ser desmontado para que, onde estivesse o povo, ele pudesse estar também. Isso não quer dizer que onde o povo fosse o tabernáculo iria. Não! O povo recebia orientações divinas, e deveria obedece-las, dos lugares onde poderiam assentar acampamento.

A tipologia já começa pela cerca que rodeava o tabernáculo. Esta cerca servia para evitar que os que estivessem de fora, pudessem saber ou ver o que estava acontecendo lá dentro, em outras palavras, ninguém pode conhecer a Cristo ou entender sua obra se permanecer pelo lado de fora. Ela não era uma muralha intransponível ou impenetrável, mas qualquer que usar outro meio para conhecer o interior do “tabernáculo”, que não seja a Porta, não tem parte com Cristo e do seu sacrifício. Esta cerca era coberta por linho retorcido, tipificando o sacrifício de Jesus, por isso, todos quantos adentram no pátio do “tabernáculo” precisam estar conscientes do que estão participando. Ninguém deve ingressar pela “Porta”, sem antes entender o sacrificio que foi feito.

As colunas que sustentavam a cerca, tipificam a justiça de Deus. O sacrifício de Cristo não foi uma reação de Deus a queda do homem, ele já estava determinado antes da fundação do mundo, sustentado na Justiça de Deus. A obra vicária de Jesus Cristo está fundamentada na Justiça de Deus.
Destas colunas, pendiam ganchos que sustentavam as cortinas, pois, de outra forma as cortinas não permaneceriam sobre a cerca, ou seja, o cristianismo jamais teria se sustentado até nossos dias se não fosse a obra sacrificial de Cristo.

E à porta do pátio haverá uma cortina de vinte côvados, de azul, e púrpura, e carmesim, e de linho fino torcido, de obra de bordador; as suas colunas quatro, e as suas bases quatro.”

Na cerca havia somente uma porta. Não existe outro meio de ingressar no céu. Ninguém pode se salvar por seus próprios meios. Ninguém pode se salvar permanecendo do lado de fora, mesmo que esteja numa profunda admiração ao tabernáculo. As pessoas podem achar o tabernáculo lindo, maravilhoso, esplêndido e extraordinário, mas isso não é suficiente para serem salvas. Se querem participar do que ocorre dentro do “tabernáculo”, devem ingressar pela ÚNICA PORTA.

Os Evangelhos, as quatro colunas da porta, ajudam no sustento dela. Eles testificam do sofrimento de Cristo. Sua perfeição, pureza e santidade; representam a divindade de Cristo; representam o Cristo e sua realeza como soberano Rei e Senhor; e, atestam do sangue de Cristo vertido no calvário e sua capacidade para salvar do poder do pecado, pois, Seu sangue nos purifica de todo o pecado.

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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