A função sanitarista do sacerdote.

Levítico 13: 53-54
Mas, se, vendo-a o sacerdote, a praga se não estendeu na veste, ou no fio urdido, ou no tecido, ou em qualquer obra de peles, então, o sacerdote ordenará que se lave aquilo em que havia a praga e o encerrará, segunda vez, por sete dias.”

Estamos vivendo um tempo em que as verdades estão sendo omitidas por conveniência e o engano está se tornando o cerne de muitas mensagens. Estão omitindo as verdadeiras consequências do pecado e enganando as pessoas sobre as exigências que Deus faz aos que o servem. É triste depararmos com certas pessoas que ao rejeitarem Jesus Cristo como salvador, usam um argumento criado pelo diabo para iludir aqueles que conscientemente o tem seguido: “não me importo de ir para o inferno, afinal, lá terei muitas companhias agradáveis.”

O INFERNO NÃO É UMA CASA DE FESTAS! As pessoas fazem uma ideia equivocada do inferno. Lá não será um lugar de eternas bebedeiras, orgias e muito “rock”. Diz a Palavra de Deus que o inferno é um lugar de tormento eterno, ora, se o pecado é uma violação positiva da lei de Deus, então, uma verdadeira ofensa só pode merecer castigo real num inferno real. O combustível que manterá a chama acesa eternamente no inferno é o pecado.

No Antigo Testamento, quando o sacerdote detectava alguma enfermidade na pessoa, deveria investigar, também, as roupas daquela pessoa e, quando fosse diagnosticado a lepra, todo o vestuário contaminado deveria ser queimado. NÃO EXISTE FÓRMULA PARA PURIFICAÇÃO DE PECADO. Pecado não se purifica; pecado se extirpa ou se queima. As vestes de uma pessoa com enfermidades na pele, está tão contaminada quanto o próprio doente. O tratamento divino para o pecado é radical. Não existe a menor possibilidade de alguém que vive pecando dar bom testemunho de Jesus Cristo.

O exame clínico que o sacerdote fazia no doente e suas vestes não tinham características profiláticas e nem a de determinar a dimensão da praga, mas evitar que a doença se expandisse no meio do arraial. A pessoa com seus pertences tinha que ser isolada de todo o resto do povo, independentemente da sua condição econômica ou posição social. Sendo um plebeu ou um rei, tal pessoa, com lepra, era isolada do resto do povo.

Isso é o que deveria acontecer nos dias de hoje, no meio do povo de Deus. Esse é o tratamento que se deveria dar ao pecador em relação a sua condição de membro de uma igreja. Porém, estão tratando do pecado no meio da igreja, hoje em dia, com panos quentes, com emplastros, usando metodologias paliativas e não definitivas e radicais como ensina a Palavra de Deus. Tentam preservar a vida do pecador sem a remoção radical e definitiva do pecado e com isso, temos um bando de mortos-vivos dentro das igrejas, com funções “sacerdotais” apresentando um fogo estranho no altar de Deus e, incentivando o povo a acompanha-los e apoia-los em seus “cultos”.

O pecado conduz ao isolamento, mas entenda que isso se refere a isolar-se de Deus e não, meramente, das outras pessoas.

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

2 thoughts on “A função sanitarista do sacerdote.

  • 18 de julho de 2018 em 11:30
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    Só não entendi a parte que que dizia; “não existe fórmula para purificar o pecado…” sendo assim eu não entendo o porque que João aposto lo de Cristo disse que o Sangue de Jesus Cristo purifica de todo o pecado. 1Jo cap. 1:7-8-9

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    • 18 de julho de 2018 em 13:03
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      Graça e Paz, meu querido.
      Pecado não se purifica, mas o pecador sim, pelo sangue de Cristo é purificado de todo pecado. O pecador é purificado não o pecado.

      Resposta

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