A Morte de Cristo – o Sacrifício perfeito.

Hebreus 9: 26-28
Doutra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas, agora, na consumação dos séculos, uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para a salvação.”

A representação que o Tabernáculo fazia da obra redentora de Jesus Cristo, apontava para algo que seria realizado com mais perfeição, com mais eficiência e com a máxima eficácia. Tudo o que foi realizado no Tabernáculo durante a peregrinação no deserto e, posteriormente, no Templo, se assemelha, superficialmente, ao que Cristo realizaria em favor de toda a humanidade. Enquanto todo o ritual judaico tinha simbolismo e era exigido apenas de Israel, a obra redentora de Jesus foi em favor de toda humanidade.

Na antiga aliança, os sacrifícios eram repetidos inúmeras vezes e, ainda que algum pecador, após oferecer seu sacrifício não pecasse mais, o sacerdote fazia expiação por todo o povo anualmente, isso era obrigatório. Desta forma, indiscutivelmente, os sacrifícios, no passado, eram ineficientes e ineficazes.  Jesus, na nova aliança, fez o único sacrifício, perfeito e plenamente eficaz para alcançar a todos os pecadores, satisfazendo totalmente as exigências de Deus.

O Senhor Deus, para não falhar com Sua Palavra, pois está declarado que – “A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho …”, consentiu, … aceitou, … permitiu, na antiga aliança, que o sangue de animais rigorosamente qualificados fosse derramado no lugar da alma pecadora. Assim, o animal inocente, não sentido de ingenuidade, mas, no sentido de não ter culpa  e não tendo defeito algum, era sacrificado no lugar do ofertante para, com isso, poupar-lhe a vida. Jesus Cristo veio para anular, definitivamente, esse ritual.

Nenhum pecado, mesmo que o ritual do sacrifício judaico fosse executado no mais alto padrão, foi definitivamente aniquilado, eles eram apenas encobertos da face de Deus, pois, o próprio Senhor declarara que – “Que é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados”, diante disto, Jesus, voluntariamente, derramou o próprio sangue para que o pecado sendo sumariamente aniquilado o pecador possa entrar livremente ante a face de Deus. Contudo, devemos estar conscientes de que mesmo tendo os pecados perdoados, mantem-se ativa em nós, a natureza pecaminosa.

O alívio do pecador só se completava quando, com seus próprios olhos, ele contemplava o rosto do sumo sacerdote retornando do Santíssimo Lugar, após a oferta de sacrifício pelo pecado do povo, para abençoar toda a nação israelita. Por causa da sua condição de, também, pecador, o sumo sacerdote não podia permanecer o Santíssimo Lugar, ele não tinha condições de permanecer diante da face de Deus, porém, Jesus não só entrou no Santíssimo Lugar como permaneceu lá, convidando os arrependidos a apresentarem pessoalmente a Deus seu louvor e adoração.

Jesus, o nosso Sumo Sacerdote, só sairá de lá para um propósito – vir buscar sua igreja para estar eternamente com Ele.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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3 thoughts on “A Morte de Cristo – o Sacrifício perfeito.

  • 23 de abril de 2019 em 07:23
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    Maravilha! Deus abençoe!

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    • 23 de abril de 2019 em 08:55
      Permalink

      Amém, Cristina.
      Muito me honra a sua visita. Deus te abençoe no seu ministério.

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  • 23 de abril de 2019 em 10:05
    Permalink

    Louvado seja o nome do Senhor !

    Resposta

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