Uma obra executada conforme o modelo divino.

Êxodo 38: 9-13
Fez também o pátio do lado meridional; as cortinas do pátio eram de linho fino torcido, de cem côvados. As suas vinte colunas e as suas vinte bases eram de cobre; os colchetes destas colunas e as suas molduras eram de prata; E do lado norte cortinas de cem côvados; as suas vinte colunas e as suas vinte bases eram de cobre, os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata. E do lado do ocidente cortinas de cinquenta côvados, as suas colunas dez, e as suas bases dez; os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata. E do lado leste, ao oriente, cortinas de cinquenta côvados”.

O plano que Deus arquitetou para a salvação do homem tem “medidas” exatas. Nos seus planos, Deus não se esqueceu de nada. Tudo foi feito de forma que a obra redentora de Cristo é o que basta para resolver o problema do pecado da humanidade. Não existe nada, absolutamente nada, que qualquer homem possa acrescentar de útil nesta obra, no sentido de “aprimorá-la”, o que nos cabe é corresponder, de maneira submissa, àquilo que Deus está nos oferecendo.

Na edificação do Tabernáculo, apesar de Deus ter dado a Moisés a planta da edificação, Ele não deixou que Moisés fizesse a obra segundo o seu parecer. Deus não deixou Moisés livre para escolher os materiais e determinar suas medidas. Assim como num projeto arquitetônico, onde o dono da obra exige que tudo seja realizado conforme o seu desejo, Deus exigiu dos construtores, que tudo fosse feito dentro da mais rígida observação do tipo de material, cores e medidas.

Em toda a história da igreja, sempre existiu aqueles que querem ajudar Jesus em sua obra redentora, isto é, essas pessoas (se inconscientemente ou por ignorância não sei) sempre querem acrescentar alguma coisa ao sacrifico de Jesus. É o mesmo que estivessem dizendo que o sacrifício de Jesus não é suficiente o bastante para realizar tudo o que diz.

O povo traz muito mais do que basta” – essa foi a declaração dos construtores do Tabernáculo. Esclarecendo o que eles estavam dizendo, é que, não adiantava o povo trazer as suas ofertas além do que se estava precisando. Não adiantava trazer materiais além do que era necessário para a edificação. Essa atitude; esse comportamento não ia acrescentar em nada, seria um ato inútil e desperdiçado.

Aplicando para nossos dias, o homem em seu estado caído, é egoísta. Ele espera que Deus sempre faça mais por ele, quando, na realidade, Ele já fez tudo o que poderia ser feito. Ele não deixou nada incompleto. Ele não poderia ter feito mais! Não há uma única coisa que um homem possa fazer pela sua salvação, seja para ganhá-la ou para acrescentá-la. Ela é um dom tão grande que mal podemos compreender o quão maravilhosa ela é. Todavia, em seu estado caído, o homem ainda rejeita e despreza esse dom, tentando obter sua salvação por meio de boas obras e ritos sacramentais.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– A extraordinária Santidade de Deus – Jeremy James

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