Jesus nos proveu uma eterna redenção.

Hebreus 9: 12
Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção.”

Embora afirmemos com convicção de que entendemos plenamente que não existe nenhuma possibilidade de, por nós mesmos, nos justificar, ainda assim, sempre praticamos algo com a intenção, ainda que seja mínima, de reparar algum erro (refiro-me a pecados). Adão teve a boa intenção de reparar seu erro, só que ele fez isso pelos motivos errados. Não era a sua nudez que atrapalhava sua comunhão com Deus, o motivo era outro – o PECADO.

A aliança estabelecida nesta dispensação está firmada no sangue de Cristo. Nosso Deus a escreveu em nossa mente e coração e, a todos os que se asseguram nela, tem todos os pecado esquecidos e apagados. Nesta aliança, todo e qualquer recurso utilizado para expiação de pecados que não tem sua origem na cruz de Cristo é nulo e vão.
Já dissemos em artigos anteriores que todo o sangue derramado na antiga aliança, ainda que Deus o aceitasse para remissão de pecados, não teve, em nenhum momento, poder para mudar o coração e a consciência do ofertante. Todo o ritual e liturgia, mesmo que fossem realizados dentro do mais alto padrão, nunca atingiram a homem interior. Tudo se destinava a pureza estritamente cerimonial, não afetava em nada o caráter e moral do pecador.

De todos os contrastes que poderíamos enumerar entre os dois pactos, quero falar apenas daquele que o texto sagrado propõe – uma melhor e eterna redenção e, a primeira coisa que temos que admitir sem questionamento algum é o fato de que é de se duvidar que algum animal que foi sacrificado na antiga aliança, se tivesse plena faculdade consciência, teria se oferecido voluntariamente para morrer no lugar do homem pecador. Além do que, o sangue do animal imolado, tinha que ser levado pelo sacerdote até o santo lugar. Jesus além de se entregar voluntariamente para sacrifício pela humanidade, entrou com o próprio sangue no Santuário celeste apresentando-se com Sumo Sacerdote, sacrifício e apresentando o próprio sangue como propiciação.

Mesmo sendo ordenado por Deus, os sacrifícios de animais jamais poderiam pagar o preço da eterna redenção, contudo, isso não os tornava para, aquela aliança, inválidos. Enquanto permaneceram, os sacrifícios da antiga aliança cumpriram com êxito aquilo para o qual foram proposto – cobrir o pecado do homem até que O SACRIFÍCIO PERFEITO e ETERNO fosse oferecido.

Temos a “eterna redenção” que não depende de méritos pessoais nem de boas obras; foi obtida de uma vez por todas pela obra consumada de Jesus Cristo.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Comentário Bíblico do Novo Testamento – W. W. Wiersbe

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