Busquemos o auxílio divino na velhice, para sermos produtivos.

Salmo 92: 14-15
 “Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e florescentes, para anunciarem que o Senhor é reto; ele é a minha rocha, e nele não há injustiça”.

Chegamos ao final de mais um trimestre, bem como, também do final do ano de 2019. Desde o inicio deste ano temos tratado de assunto de extrema relevância para nossa vida espiritual. No primeiro trimestre abordamos um assunto de suma importância para nossa edificação espiritual, este assunto nos fez entender que até à nossa entrada no Céu, estaremos numa renhida batalha contra o pecado. Aquele que se opõe à nossa salvação não nos dará descanso até adentrarmos no Céu.

No segundo trimestre, nosso conhecimento de como cultuar o nosso Deus foi amplamente enriquecido através do estudo sobre o tabernáculo terrestre. Rememoramos que todas as coisas que envolviam o tabernáculo apontavam, em algum sentido, para o nosso Senhor Jesus Cristo. Tudo, ali no tabernáculo, envolvia a pessoa e obra de Jesus Cristo – Sua divindade, Sua humanidade, Sua obra vicária, Sua ressurreição e Sua ascensão ao Pai. Ratificamos que a liturgia do culto é uma ordenança de Deus, pois sendo Ele o “objeto” de adoração, então, nada mais justo que Ele exija a forma como quer ser adorado.

Em seguida, no terceiro trimestre, o Senhor nos traz uma lição que nos faz uma enfática e enérgica advertência sobre a maneira como estamos lidando com o tempo, bens e talentos que, tão graciosamente, o Senhor tem nos concedido. Fomos advertidos que a nossa responsabilidade com os bens, talentos e tempo que nos são concedidos, não se aplica ao que é estritamente nosso, mas que se estende de uma forma tão ampla que o nosso próximo seja beneficiado também. Aprendemos que quando o Senhor Deus nos abençoa com bens, talentos e tempo, o propósito do Senhor nos fazer essas concessões é para que sejamos, assim como Ele é, abençoadores.

E, agora neste último trimestre, fomos agraciados com a magnífica lição sobre a Soberania de Deus. Embora Ele use os homens para que cumpram Seus desígnios, o nosso Deus em momento algum perde o controle da situação. O propósito do Senhor é que aqueles que estão como líderes possam exercer a função segundo os princípios divinos. E, embora a história da vida de Davi esteja cercada de atitudes e comportamentos que denigrem a moral e caráter de qualquer ser humano, o legado que este homem deixou à sua posteridade é a de uma pessoa que, mesmo tendo cometido algumas atrocidades por que era um pecador, andou nos caminhos de Deus. Quando se fala em Davi, o primeiro pensamento que vem a mente é: o homem segundo o coração de Deus. Esse é o legado que ele nos deixou.

O meu desejo é, que tudo aquilo que foi falado neste ano, desde o primeiro dia até ao último dia, possa ficar gravado e selado em nosso coração – “E que, com pena de ferro e com chumbo, para sempre fossem esculpidas na rocha”.

Boas Festas e Feliz Ano Novo!

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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