A Palavra é digna de confiança.

I Reis 8: 54-61
 “Sucedeu, pois, que, acabando Salomão de fazer ao Senhor esta oração e esta súplica, estando de joelhos e com as mãos estendidas para os céus, se levantou de diante do altar do Senhor, e pôs-se em pé, e abençoou a toda a congregação de Israel em alta voz, dizendo: Bendito seja o Senhor, que deu repouso ao seu povo de Israel, segundo tudo o que disse; nem uma só palavra caiu de todas as suas boas palavras que falou pelo ministério de Moisés, seu servo. … E que estas minhas palavras com que supliquei perante o Senhor estejam perto, diante do Senhor, nosso Deus, de dia e de noite, para que execute o juízo do seu servo e o juízo do seu povo de Israel, a cada qual no seu dia, para que todos os povos da terra saibam que o Senhor é Deus e que não há outro. E seja o vosso coração perfeito para com o Senhor, nosso Deus, para andardes nos seus estatutos e guardardes os seus mandamentos, como hoje”.

Quanto a Sagrada Escritura, Myer Pearlman escreveu o seguinte:

Quem destruísse este Livro, como já tentaram fazer os inimigos da felicidade humana, nos deixaria profundamente desconhecedores do nosso Criador, da criação do mundo que habitamos, da origem e dos progenitores da raça, como também do nosso futuro destino, e nos subordinaria para sempre ao domínio do capricho, das dúvidas e da concepção visionária. A destruição deste Livro nos privaria da religião cristã, com todos os seus confortos espirituais, esperanças e perspectivas animadoras, e no lugar desses, nada nos deixaria a não ser a penumbra triste da infidelidade e as monstruosas sombras do paganismo. A destruição deste Livro despovoaria o céu, fechando para sempre suas portas contra a miserável posteridade de Adão, restaurando ao rei dos terrores o seu aguilhão; enterraria no mesmo túmulo que recebe os nossos corpos, todos os que antes de nós morreram, e deixando a nós o mesmo triste destino. Enfim, a destruição deste Livro nos roubaria de uma vez tudo quanto evita que a nossa existência se tome a maior das maldições; cobriria o sol; secaria o oceano e removeria a atmosfera do mundo moral, e degradaria o homem a ponto de ele ter ciúmes da posição dos próprios animais.”

A Bíblia Sagrada é o único meio de Deus se revelar ao homem, pois não basta que a natureza testifique que há um Deus, ao homem, o nosso Eterno Deus se revela pela Sua Palavra não apenas para provar Sua existência, mas para que o homem possa chegar ao conhecimento  dos Seus atributos e caráter. Ora, se toda a criação atesta a existência de um Deus, então, nada mais lógico de que esse Deus se deixe revelar pessoalmente ao homem por Sua Palavra escrita. É inadmissível alguém crer que Deus, propositalmente, retivesse o conhecimento de Si mesmo e da sua vontade, ocultando-Se aos seres que Ele criou à Sua própria imagem e semelhança.

Deus agiu com a máxima sabedoria e também de um modo normal dando ao homem a Sua revelação em forma de livro. De nenhuma outra maneira, pelo que podemos ver, podia ter Ele entregue aos homens um ideal infalível que estivesse acessível a todos os homens e que continuasse intacto através dos séculos e do qual todos os povos pudessem obter a mesma norma de fé e prática.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – Myer Pearlman (Trechos extraídos na íntegra)

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2 thoughts on “A Palavra é digna de confiança.

  • 8 de setembro de 2020 em 22:07
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    Sou a Bruna de Souza, e quero parabenizar você pelo seu artigo escrito, muito bom vou acompanhar o seus artigos.

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    • 9 de setembro de 2020 em 07:19
      Permalink

      Graça e Paz Bruna.
      Obrigado por sua visita ao site, espero que tudo quanto temos escrito seja-lhe proveitoso.
      Deus te abençoe e te faça prosperar naquilo que concerne a conhece-Lo mais intimamente.

      Resposta

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