Deus sustenta os seus filhos com sua mão

Isaías 41: 10
 “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça”.

É impossível entendermos a história de Israel sem que, primeiro, compreendamos a natureza da aliança que o Senhor fez com os patriarcas. Aliança esta, que diz respeito a nós nos dias de hoje como igreja de Cristo. O alvo supremo da aliança entre Deus e os patriarcas não beneficiaria exclusivamente Israel, mas abrange toda a raça humana, o objetivo da aliança não era salvar somente uma nação (Israel), mas a totalidade da raça humana. Ao falar com Abraão, Deus já lhe prometera que nele “todas as nações da terra” seriam benditas – “E multiplicarei a tua semente como as estrelas dos céus e darei à tua semente todas estas terras. E em tua semente serão benditas todas as nações da terra”.

Deus manifestou sua graça pactual à nação de Israel a fim de que esta fosse “para luz dos gentios” – “Disse mais: Pouco é que sejas o meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os guardados de Israel; também te dei para luz dos gentios, para seres a minha salvação até à extremidade da terra”. Isso se cumpriu mediante a vinda do Senhor Jesus Cristo como Redentor, quando, então, os “cristãos” começaram a levar a mensagem do evangelho por todo o mundo. Nos concertos que Deus fez com o ser humano através das Escrituras, há dois princípios imutáveis: primeiro, é somente o Senhor quem estabelece as promessas e condições para o cumprimento delas; e, segundo, cabe ao ser humano aceitar por fé obediente essas promessas e condições.

“…Para te ser a ti por Deus e à tua semente depois de ti”. Desta promessa dependem todas as outras que o Senhor fez. Significa que Deus se compromete firmemente com o seu povo fiel a ser o seu Deus, e que por amor, Ele lhe concede graça, proteção, bondade e bênção.

Deus não espera de seu povo uma obediência perfeita, entretanto, o mínimo que Ele exige é que seja uma obediência sincera e firme. O antigo concerto já reconhecia que, às vezes, devido às fraquezas da natureza humana, eles fracassariam. Para remi-los da culpa do pecado e reconciliá-los consigo mesmo, Deus proveu o sistema geral de sacrifícios e, em especial, o Dia Anual da Expiação. O povo podia, assim, confessar seus pecados, oferecer os diversos sacrifícios, e deste modo reconciliar-se com o seu Senhor. Todavia, Deus julgaria severamente os desobedientes, a rebeldia e a apostasia deliberada.

Somente pela perseverança na obediência aos mandamentos do Senhor e no oferecimento dos sacrifícios determinados por Deus no concerto é que Israel continuaria como a possessão preciosa de Deus e igualmente continuaria a receber as suas bênçãos. Noutras palavras, a continuação da eleição de Israel como o povo de Deus dependia da sua obediência ao seu Senhor.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal (pág. 333, extraído e adaptado)

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