A fé, o amor e a esperança para a Igreja.

I Coríntios 13: 13
 “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor”.

Recordo-me, quando ainda jovem, de um episódio ocorrido na igreja que frequentava naquele tempo. O filho do pastor, na época, foi excluído da igreja pelo próprio pai. Quando o assunto chegou ao conhecimento público ficamos sabendo que a exclusão foi em função das consequências desastrosas de um namoro leviano – o resultado foi uma gravidez inconsequente. Essa mesma situação nos dias de hoje, indubitavelmente, teria um tratamento totalmente diferente daquele. Sem a menor sombra de dúvida o casamento seria feito às pressas e o filho do pastor seria consagrado ao ministério, tudo realizado dentro da “legalidade” para camuflar o pecado dentro da igreja. É em função de atitudes como estas que muitas igrejas estão moralmente corrompidas.

Ainda dissertando sobre o amor, Paulo escrevendo à igreja de Corinto, percebendo o quanto ela estava afetada pela corrupção moral e, em virtude disto, tanto o conceito como a prática do amor tinha um significado pífio entre os membros, exorta os crentes a colocarem o amor como a maior de todas as qualidades que um ser humano pode ter, além do que, o amor é um dos atributos de Deus – Deus é amor. Entre a fé, a esperança e o amor, o maior é o amor porque ele continua na próxima era. A fé e a esperança se cumprirão na eternidade, e, desse modo, não permanecerão.

A fé inclui sincera dedicação pessoal e fidelidade a Jesus Cristo, que se expressam na confiança, amor, gratidão e lealdade para com Ele. A fé, no seu sentido mais elevado, não se diferencia muito do amor. É uma atividade pessoal de sacrifício e de abnegação para com Cristo.

A esperança, pela sua própria natureza, diz respeito ao futuro. Porém, ela abrange muito mais do que uma simples vontade ou anseio por algo futuro. Esta esperança consiste numa certeza na alma, uma firme confiança sobre as coisas futuras, porque tais coisas decorrem da revelação e das promessas de Deus. Noutras palavras, a esperança bíblica do crente está intimamente vinculada a uma fé firme e a uma sólida confiança em Deus. O salmista expressa claramente este fato mediante um paralelo entre “confiança” e “esperança”: “Não confieis em príncipes nem em filhos de homens, em quem não há salvação. Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio e cuja esperança está posta no SENHOR, seu Deus”.

Sendo assim, enquanto essas igrejas, as que se encontram corrompidas, não entenderam que o amor é um sentimento que envolve o serviço desinteressado pelo próximo e que é a evidencia de que nos preocupamos uns com os outros, indiscutivelmente, não sabem distinguir que a fé é o fundamento e conteúdo da mensagem de Deus; que a esperança é a atitude e o enfoque desta mensagem e, que o amor é a ação de tudo.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal.
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.

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