O jejum como um ato deliberado e voluntário.

2 Coríntios 6:4,5
 “Antes, como ministros de Deus, tornando-nos recomendáveis em tudo: na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias, nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns”.

O próprio Senhor Jesus Cristo praticava a disciplina do jejum e ensinava que a mesma devia fazer parte da vida consagrada do cristão – “E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas, porque desfiguram o rosto, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão”, além de ser um ato de preparação para a sua volta, ou seja, Jesus espera que os crentes jejuem enquanto estiver ausente. Os dias da ausência do Noivo são a presente era, que começou no momento da ascensão de Jesus até à sua volta. A igreja espera essa volta do Noivo. O jejum nesta era é, portanto, um sinal do anseio do crente pela volta do seu Senhor; uma preparação para sua volta; e, um pesar por sua ausência.

A igreja primitiva praticava o jejum – “Então, jejuando, e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram”. O propósito do jejum com oração, primeiramente, deve ser um ato para Deus, visando à sua honra – “Fala a todo o povo desta terra e aos sacerdotes, dizendo: Quando jejuastes e pranteastes, no quinto e no sétimo mês, durante estes setenta anos, jejuastes vós para mim, mesmo para mim?”. O jejum é uma forma do crente humilhar-se diante de Deus – “Então, apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho direito para nós, e para nossos filhos, e para toda a nossa fazenda”.

O Jejum é o meio para o crente receber mais graça e desfrutar da presença íntima de Deus – “Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade e cujo nome é Santo: Em um alto e santo lugar habito e também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e para vivificar o coração dos contritos”. O Jejum é uma forma de expressar pesar por causa de pecados e fracassos pessoais cometidos, bem como, pesar por causa dos pecados da igreja, da nação e do mundo – “E, no dia vinte e quatro deste mês, se ajuntaram os filhos de Israel com jejum e com pano de saco e traziam terra sobre si. E a geração de Israel se apartou de todos os estranhos, e puseram-se em pé e fizeram confissão dos seus pecados e das iniquidades de seus pais”.

 O Jejum é uma extraordinária “ferramenta” que à igreja foi ensinado a usar a fim de que se possa abrir caminho para o derramamento do Espírito e para a volta de Cristo à terra para buscar o seu povo – “E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também”.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal.

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2 thoughts on “O jejum como um ato deliberado e voluntário.

  • 28 de maio de 2022 em 08:16
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    Seus comentários são muito bons e ajudam na ministração de nossas aulas. Deus abençoe.

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