O Pai bondoso nos concede o Espírito Santo.

Lucas 11:9,10
 “E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate, abrir-se-lhe-á”.

Deus criou o homem para que, dentre todas as coisas criadas por Ele, o homem glorificasse o Seu Santo Nome com suas atitudes, sentimentos e pensamentos. As outras coisas que foram criadas não podem glorificar o Nome de Deus, o máximo que elas conseguem é testificar que há um Deus Criador e Imanente. O homem não foi criado para ser, apenas, um ornamento no jardim do Éden. Um dos propósitos para a criação do homem é que, além de testificar da existência de Deus, testemunhar que a nossa vida é mantida por Ele; que as nossas necessidades são do conhecimento dEle e que serão atendidas conforme o nosso relacionamento com Ele.

Os versículos supracitados estão inseridos na parábola do ‘amigo importuno’, que no Evangelho de Lucas está inserido no contexto da oração do “Pai Nosso”. A oração do “Pai Nosso” é um modelo, e assim, Jesus indica as áreas de interesse que devem constar da oração do crente. Na oração do “Pai Nosso” encontramos seis petições: três delas dizem respeito à santidade e à vontade de Deus e as outras três dizem respeito às nossas necessidades pessoais. O “Pai Nosso” não deve ser utilizado como uma reza ou mantra, ela é um modelo do que deve constar (ser proferido) nas orações do crente.

A oração envolve a adoração ao Pai celestial. Como Pai, Deus nos ama, cuida de nós e anela comunhão e intimidade conosco. Em Cristo, temos acesso ao Pai, em todo tempo, para adorá-lo e expressar-lhe as nossas necessidades. Deus, como nosso Pai, não significa que Ele seja como um pai terrestre, que tolera o mal nos filhos ou que deixa de discipliná-los corretamente. Deus é um Pai santo, que se opõe terminantemente ao pecado. Ele não tolera a iniquidade, mesmo naqueles que o chamam de Pai. Seu nome deve ser santificado.

Logo, como Pai Celeste, Ele pode castigar, tanto quanto abençoar; reter, tanto quanto dar; agir com justiça e também com misericórdia. Sua maneira de atender seus filhos depende da nossa fé e obediência para com Ele. O maior empenho em nossas orações e na nossa vida deve concentrar-se na santificação do nome de Deus. É da máxima importância que o próprio Deus seja reverenciado, honrado, glorificado e exaltado – “Engrandecei ao Senhor comigo, e juntos exaltemos o seu nome”.

Em nossas orações e em nosso viver diário, devemos ter o máximo zelo com a reputação de Deus, da sua igreja, do seu evangelho e do seu reino. Fazer algo que cause escândalo para o nome e o caráter do Senhor é um pecado horrível que o expõe à vergonha pública. Todos os crentes são alvos da hostilidade e dos maus propósitos de Satanás. Por essa razão nunca devemos esquecer de orar para que Deus nos livre do poderio e das tramas do inimigo.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal.

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