Devocional lição 11/ 1ºtrim 2017, Quarta-feira – Temperança e domínio próprio.

II Pedro 1:5-6
“… e vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude, a ciência, e à ciência, a temperança, e à temperança, a paciência, e à paciência, a piedade…”

Onde há vida tem que haver crescimento, e o novo nascimento na vida do crente não é o fim de um estilo de vida, mas o início de um processo que conduz a vida eterna. Deus nos concede tudo o que precisamos para ter uma vida casta e prospera, mas nós precisamos usar o que Ele nos dá, diligentemente. 

O crescimento espiritual não é automático, ele um processo que requer a nossa cooperação com Deus e nossa disciplina espiritual.

“… ponham em ação (desenvolva) a salvação de vocês com temor e tremor,       pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade Dele”.

Pedro nos ensina que o desenvolvimento de uma vida piedosa, não será bem-sucedido ser vermos as qualidades do fruto do Espírito de maneira individual, eles não podem ser vistos como estágios. A palavra “acrescentai” deixa isso bem explicito, ou seja, só vamos desenvolver uma virtude ao exercitarmos outra. Elas estão relacionadas entres si. Para o cristão, não basta “largar mão e deixar que Deus opere”, como se o crescimento espiritual fosse apenas uma obra de Deus.

É impossível ao homem natural produzir essas qualidades do caráter cristão. Elas só podem ser geradas pelo Espírito de Deus. Pois, há não salvos que possuem autocontrole e perseverança extraordinários, no entanto, essas virtudes apontam para elas mesmas, não para o Senhor. Quando Deus produz a bela natureza de seu Filho em um cristão, é Deus quem recebe o louvor e a glória.
Uma vez que se possua a natureza divina, é possível crescer espiritualmente e desenvolver esse tipo de caráter cristão. Esse crescimento dá-se por meio do poder de Deus e das promessas preciosas de Deus. A “estrutura genética” divina já está presente: Deus deseja que sejamos “conformes à imagem do seu Filho”. A vida interior reproduzirá essa imagem, se cooperarmos diligentemente com Deus e usarmos os meios que ele nos proporciona em abundância. O mais impressionante é que, à medida que a imagem de Cristo é reproduzida em nós, não perdemos a nossa personalidade.

Um dos perigos na igreja de hoje é a imitação. As pessoas têm a tendência de se tornarem parecidas com o pastor, com um líder da igreja ou, talvez, com algum “cristão famoso”. E quando isso ocorre, destroem sua singularidade e não se tornam como Jesus Cristo. Assim como cada filho em uma família é semelhante a seus pais e, ao mesmo tempo tem sua própria personalidade, também cada filho na família de Deus torna-se cada vez mais semelhante a Jesus Cristo e, no entanto, continua sendo ele mesmo.
Pais não se duplicam, mas se reproduzem; e pais sábios permitem que os filhos desenvolvam a própria identidade.

Deu te abençoe.
Graça e Paz.

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Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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