Devocional lição 03/ 2º trim 2017, Sexta-feira – Jesus, Sumo Sacerdote dos bens futuros.

Hebreus 9:11
Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação

Nós crentes somos cidadãos de dois mundos, o terreno e o celestial. Devemos dar a César o que pertence a César, ou seja, o crente deve cumprir com todos os seus deveres de cidadão deste mundo, e a Deus o que pertence a Deus, ou seja, devemos proceder segundo o que aprendemos de Jesus. Uma vez que somos cidadãos de dois mundos, devemos aprender a andar pela fé em um mundo governado pelas aparências. O crente deve ver o invisível a fim de resistir à atração do mundo. O homem natural afirma que precisa “Ver para crer”. Mas o homem de fé responde que “Crer é ver ״. Esse princípio de fé deve aplicar-se a nosso relacionamento com o santuário celestial. Nunca vimos esse santuário e, no entanto, cremos no que a Bíblia diz a seu respeito.

Sabemos que, hoje, Deus não habita em templos feitos por mãos humanas. Não existe um lugar específico na Terra onde Deus mora. Podemos chamar a igreja locai de “casa de Deus ״, mas sabemos que Deus não vive lá. O edifício é consagrado a Deus e ao seu serviço, mas não é seu lugar de habitação.
Qual é o contraste entre o santuário da antiga e o da nova aliança? Bom, na imagem ao lado, temos as características do tabernáculo da antiga aliança. Dentro deste tabernáculo só o sacerdote podia entrar. Qualquer sacerdote tinha acesso ao Lugar Santo, mas no Santo dos Santos só podia entrar o sacerdote designado para aquele turno, e ao penetrar naquele ambiente, ele deveria estar devidamente aparamentado com trajes de sumo sacerdote.

O Santo dos Santos continha somente a arca da aliança, que media 1 metro e 65 centímetros de comprimento, 1 metro de largura e 1 metro de altura. No alto dessa arca, ficava o belo “propiciatório” feito de ouro com um querubim em cada extremidade. Esse era o trono de Deus no tabernáculo. No Dia da Expiação, aspergia-se sangue de um sacrifício sobre esse propiciatório a fim de cobrir as tábuas da Lei que ficavam dentro da arca. Deus não olhava para a Lei quebrada; olhava para o sangue. Os sacrifícios oferecidos e o sangue aspergido sobre o propiciatório não tinham poder algum de mudar o coração e a consciência do adorador. Todas as cerimônias relacionadas ao tabernáculo diziam respeito à pureza cerimonial, não à pureza moral. Eram “ordenanças da carne” que se referiam ao homem exterior, mas que não podiam mudar o ser interior.

As deficiências do santuário da antiga aliança são confrontadas com as vantagens do santuário da nova aliança. Este último é superior em todos os sentidos. O tabernáculo da antiga aliança era feito por mãos humanas. O santuário da nova aliança não era feito por mãos. “Não desta criação” indica que o tabernáculo de Moisés foi feito com materiais pertencentes a esta criação, enquanto o tabernáculo celestial não precisa de tais materiais. Uma vez que o tabernáculo celestial não pertence a esta criação, não sofre a ação erosiva do tempo.

Não precisamos de prova alguma de que o sangue de Jesus Cristo é muitíssimo superior ao sangue dos sacrifícios de animais. O sumo sacerdote levava o sangue de um animal para o Santo dos Santos, mas Jesus Cristo apresentou a si mesmo na presença de Deus como sacrifício completo e definitivo pelos pecados. Os sacrifícios de animais precisavam ser repetidos, mas Jesus Cristo ofereceu a si mesmo uma só vez. Por fim, os sacrifícios de animais não poderiam jamais pagar o preço da “eterna redenção”.

Deus te abençoe.
Graça ePaz.

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Erivelton Figueiredo

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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