Uma promessa de natureza individual e universal.

Hebreus 8: 11
E não ensinará cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.”

O incenso queimado era composto por quatro substâncias raras e, a maneira de obtê-las e a sua aplicação simbolizam o comportamento do verdadeiro adorador diante de Deus: ESTORAQUE, é uma substância tirada de uma árvore que existe nas montanhas de Gileade. Era uma substância que saía sem incisão, ou seja, voluntariamente, espontaneamente era expelida. Simboliza nossa Oração, Adoração e Louvor que devem ser espontâneos; ONICHA, era extraído de um caranguejo que tem no fundo do Mar Vermelho, é o tipo da verdadeira Adoração, ela emana do profundo dos nossos corações; GALBANO, era produzido de folhas de um arbusto da Síria, que esmagada produzia uma seiva, devemos oferecer uma Adoração com o coração quebrantado; e, por fim, o FRANQUINCENSO, era uma resina obtida de uma pequena árvore, por incisão, de onde saía lentamente durante a noite. Representa a fragrância do sofrimento de Cristo e do nosso esforço em adorá-lo.

Sendo assim, quando se queimava esse incenso, ele subia até as “narinas” do nosso Deus como aroma suave e agradável e, a oferta de sacrifício do pecador era aceita. Desta forma, o sacerdote, que, então, era o representante do pecador diante de Deus, poderia transpor o Véu da Separação.
O Véu da Separação dividia a Tenda em dois compartimentos, o Lugar Santo do Lugar Santíssimo, este véu também era conhecido como Grande Véu. A passagem por este Véu era proibida a não ser no dia da expiação do Povo de Israel. O Véu era tão espesso e tão fortemente costurado que precisariam de dez homens para poder rasgá-lo. Deus mandou fazer Véu de Estofo Azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido com querubins bordados. Este Véu foi colocado sobre 4 colunas de madeira de acácia coberta de ouro cujas bases eram de prata e era ligado ao teto por colchetes de ouro.

Entrar à presença de Deus estava vetado ao homem. O Véu era o limite, daquele ponto em diante ao homem pecador era imprescindível um representante. O homem natural, com suas iniquidades, impurezas e transgressões estava, terminantemente, proibido de chegar diante de Deus. O Véu era um peso na consciência do pecador. Enquanto o véu esteve no seu lugar a consciência pesava e incomodava o homem. Enquanto o véu separava o homem pecador do Deus Santo, o pecador temia o julgamento do seu pecado por este Deus que é Santo e Justo.

A morte vicária de Jesus foi o rasgar do Véu. Com a retirada do Véu, que era o impedimento da nossa aproximação de Deus, o caminho ficou livre para que, após arrependimento e confissão dos pecados e pela fé em Cristo Jesus, com confiança e ousadia cheguemos ao altar de Deus convictos de que seremos recebidos, ouvidos e teremos nossas petições atendidas. Jesus Cristo é o nosso glorioso e único acesso à presença de Deus. Jesus Cristo, somente Ele, é a entrada para os que se arrependeram dos seus pecados e creram nEle pela fé.

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Compartilhar

Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.