O exemplo da igreja em resistir à perseguição.

Hebreus 12: 3-4
Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos. Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado.”

Desde o seu nascimento, a igreja de Cristo sofre com as pressões externas. Sejam pessoas individualmente, sejam sistemas de governos, sejam os religiosos fanáticos, sejam as hostes demoníacas ou, seja o próprio Satanás, sempre houve, em toda a história da igreja de Cristo, perseguições, ataques e investidas com um único objetivo: destruí-la, aniquila-la e matá-la. Talvez, de um período para o outro, os ataques eram mais intensos, mas no fim, sempre existiram.
É muito comum ouvirmos e até mesmo falarmos que as igrejas primitivas eram mais espirituais que as igrejas atuais, mas isso é um ledo engano. Tanto a igreja primitiva quanto a igreja atual, sofreram e sofrem o mesmo tipo de investida, provavelmente, em níveis de intensidade diferentes, mas, em qualquer tempo, as investidas tem sempre o mesmo objetivo. Crentes infiéis, incrédulos, preguiçosos, dissimulados e apóstatas sempre estiveram no seio da igreja, e, na grande maioria das vezes, as lutas sempre foram travadas dentro dos portões da igreja. O diabo não é inocente não, mas das desavenças dentro das igrejas, ele é responsável por noventa e nove por cento dos casos.

Claro que as armas utilizadas para amedrontar os crentes foram sendo atualizadas de acordo com cada época. Também as estratégias foram se modernizando e chegamos a um estágio onde a estratégia usada, nos últimos tempos, não é a do uso da força bruta, pelo contrário, o diabo está se revelando de tal maneira, em que deixa transparecer que ele, também, quer cultuar a Deus. Isso se deve ao avanço relâmpago do conhecimento. Não existe mais “crente bobo”, sim, os crentes de hoje são todos espertos, estão “ligados”, por isso, o estratagema que o diabo usa é o mesmo usado no Egito. O diabo não quer impedir ninguém de ir à igreja, muito pelo contrário, ele até prefere que aqueles que são usados por ele, permaneçam nas igrejas, pois serão ótimos instrumentos nas mãos dele no lugar onde estão.

Ouvimos com muita frequência, os irmãos, falarem de perseguição. Mas a questão é: o que cada um entende sobre perseguição. Muitas das vezes falam que são perseguidos no local de trabalho, nas escolas, na sociedade e, até mesmo, dentro de casa, mas, infelizmente, tais irmãos dão motivos de sobra para serem “perseguidos”. E, o que eles, chamam de perseguição, na verdade, não passa de uma exigência no cumprimento do dever. Sim, é verdade. As pessoas não cumprem com suas obrigações e não admitem serem cobradas e, quando isso acontece, acham que estão sendo perseguidas. Infelizmente os testemunhos que ouvimos sobre os crentes, não são os melhores. Na grande maioria das reclamações de colegas de trabalho, sempre o alvo das reclamações é o crente, o aluno indisciplinado, geralmente, é o filho do crente, o mal vizinho é o crente e … … por aí, vai.

Perseguição é um ato que consiste numa série de ações repressivas e intolerantes contra grupos ou indivíduos. A perseguição religiosa é caracterizada, principalmente, pela repressão aberta ou dissimulada de todo e qualquer ato que tenha por objetivo divulgar o Evangelho de Jesus Cristo ou anunciar Deus como o supremo Criador.

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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