O sexto mandamento do Decálogo preserva a vida humana.

Êxodo 20: 13
Não matarás.”

Imagino que se Deus tivesse feito alguma exceção as suas leis, provavelmente, essa teria ficado assim: “Não matarás. EXCETO, quando se tratar de um zigoto, embrião ou feto, pois, é impossível para os homens determinarem com exatidão quando inicia a vida, neste caso, cada individuo tomará sua decisão baseada no seu próprio conceito.”
Entretanto, Deus é enfático no seu preceito e não abre, em hipótese alguma, exceção para que sua lei seja descumprida. Não adianta tentarmos, iludidamente, enganar a Deus, pois, Ele “sonda mentes e esquadrinha corações” e “conhece todas as intenções do nosso coração”.

Nas leis de Deus não existe o “salvo, se”. Elas não oscilam de acordo com o réu, bem como, não existe pena máxima ou mínima para as violações, na justiça divina não existe réu primário. A Palavra de Deus não deixa margem para dúbia interpretação – ou é SIM ou é NÃO. E, quando Ele determina que é NÃO, de forma alguma, Ele consentirá no seu descumprimento.

Bom, mas alguém pode arguir neste momento, que um soldado em pleno exercício das suas funções, tem o direito, amparado por lei, de matar. “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens”, independente de quem tenha falado isso, uma coisa temos que estar conscientes, é a Palavra de Deus, Pedro foi apenas instrumento para expressar aquilo que o Espírito Santo já tinha posto em seu coração. Conheço muitos irmãos em Cristo, independente da denominação, que são ou foram soldados, do exército ou da polícia militar, que em toda sua vida profissional nunca tiraram suas armas dos coldres. Nunca dispararam um tiro sequer, mas, isso aconteceu, não foi porque não houve necessidade, mas porque preferiram obedecer a Deus do que aos homens. São crentes que entenderam que Deus é o único com autoridade e poder para tirar a vida e tornar a concede-la; Ele é o único com poder e autoridade para fazer descer a sepultura e fazer subir dela. A autarquia lhes assegura o direito de matar, mas o Deus que concede a vida, lhes proíbe.

A palavra aborto, tema desta semana, tem como significado literal: privar o nascimento. E, tanto a justiça, como a ciência e a medicina, o querem tornar em um assassinato legal. Usam os mais variados argumentos para justificar a violação do mandamento de Deus. A justiça lança mão dos argumentos legais, abrindo precedentes, alegando que em alguns casos o aborto é legal e válido; a ciência põe em dúvida o que é vida e quando ela começa de fato, e sendo assim, como ninguém é dono da verdade, o aborto, se não fere sua consciência, pode ser praticado; e, a medicina que deveria auxiliar na sobrevivência e manutenção da vida, é usada para matar pessoas indefesas. Claro! Não estou generalizando, sempre há as exceções.

Às vezes, quando há algum debate entre os crentes a respeito de assuntos como este, as pessoas querem impor suas opiniões. Usam seus conhecimentos, capacidade intelectual e, pasmem, às vezes, fazem uso da função que ocupam para intimidar os outros a apoiarem seu conceito, entretanto, o verdadeiro crente se apoia na Palavra de Deus e não no que ele interpreta.

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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