Deus criou o homem e a mulher com sexos diferentes.

Gênesis 1: 27
E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.”

O Criador, segundo a primeira narrativa da criação, criou o par humano, macho e fêmea, acompanhando o propósito reprodutivo dos reinos vegetal e animal anteriormente criados. Deus dotou cada sexo de sistema reprodutor individualizado, diferenciado e especializado, como houvera feito aos outros seres vivos previamente formados, de tal modo que sem a união dos diferentes, masculino e feminino, não haveria descendência.

O Supremo Autor da criação, na ordem animal e na humana, estabeleceu, pela libido, a atração sexual entre machos e fêmeas da mesma espécie. O pecado deturpou o homem e conturbou a natureza, permitindo o surgimento da homossexualidade e da bestialidade: preferência sexual pelo mesmo sexo e por animais, anormalidades e perversões resultantes da queda.

Ao casal original, unidade de desiguais, transferiu-se a bênção da reprodução para a adequada e seletiva perpetuação da espécie. Os indivíduos coletivizados na sociedade conjugal, embora conjunto de dois, eram uma só carne, imagem do Criador, pela natureza, pela identidade de propósitos, pelo psiquismo integrado, pela afinidade agápica, pela interação social, pela fé comum, pelo gozo sensual compartilhado, pela geração de semelhantes. Do Criador, o casal, homem e mulher, recebeu, equipado devidamente, a incumbência do governo, do domínio e da procriação (esta por meio do sexo prazeroso); tudo conforme a vontade do Pai Celeste: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, e sobre todo animal que rasteja pela terra” (Gn 1:26-28).

Homem e mulher, no corpo matrimonial, eis a unidade criada, estabelecida e abençoada por Deus com o propósito de dominação sobre a flora e a fauna, e o privilégio de gerar iguais, perpetuadores da raça: “Multiplicai-vos, enchei a terra “. Deus quer que o sexo seja o fator de unidade conjugal, a mais interativa comunhão bilateral, a ponto de o casal, e não um dos cônjuges separadamente, ter recebido o nome genérico de Adão: “Homem e mulher os criou, e os abençoou, e lhes chamou pelo nome de Adão, no dia em que foram criados” (Gn 5.2).

O Maligno, ao introduzir o pecado, desviou a criatura dos objetivos criacionais. Cristo, porém, que veio para desfazer as obras do Diabo, reconcilia o homem com Deus, regenera-o, recoloca-o no caminho da graça. Os réprobos permanecem na escravidão do pecado; os eleitos foram regenerados e são guiados pelo Espírito. O comportamento pecaminoso, próprio do mundo, é antinatural, estranho e inaceitável na Igreja. A família entre os mundanos corrompe-se e se desfaz; na Igreja permanece, santifica-se e se fortalece, seguindo o comando divino, cumprindo as diretrizes da criação.

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referência: O CRISTÃO E O SEXO – Rev. Onézio Figueiredo

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Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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