O Reino de Deus comparado a um fermento.

Lucas 13: 20-21
E disse outra vez: A que compararei o Reino de Deus? É semelhante ao fermento que uma mulher, tomando-o, escondeu em três medidas de farinha, até que tudo levedou.”

Dando seguimento a parábola do grão de mostarda, Jesus pronuncia a parábola do fermento, ambas insinuando uma mesma situação com interpretações distintas. Na parábola do grão de mostarda, Jesus fala do crescimento visível da igreja, ou seja, a sua expansão como denominação e o perigo dela se tornar “empresa” somente, e na parábola do fermento, Jesus fala do crescimento espiritual da igreja e o perigo deste crescimento ser inútil.

As advertências feitas por Jesus, a respeito dos embates que a Igreja enfrentaria dentro das suas portas e, não somente, sendo perseguida pelos opositores, não tinha por finalidade desanimar os crentes, antes, era para imunizar contra as influências negativas que iriam surgir. Influências estas que, se não fossem diagnosticadas rapidamente e, eficaz e sabiamente, combatidas, extirpariam a fé de todo o rebanho.

Vendo como os partidos políticos fazem campanha hoje em dia (infiltrando inimigos no partido opositor para denegrir a imagem do candidato da oposição), entendo que deve ser assim que o diabo tem trabalhado ultimamente. Ele tem infiltrado seus súditos no meio das igrejas para manchar a imagem da igreja e denegrir sua reputação.
O alerta que Jesus faz, não é para inibir as igrejas a buscarem o crescimento nos aspectos terreno e espiritual, Ele tão somente chama a atenção para o perigo de usar meios ilícitos para crescerem (entenda ilícitos como meios que confrontam as doutrinas bíblicas).

Embora, estarmos vendo nestes dias muito “fogo estranho” nos cultos, não podemos nos dar por vencidos; embora, a igreja esteja sofrendo perseguições e passando por tribulações, a ponto de sentir-se sufocada; embora, pareça que esteja acuada e que não resta mais nenhuma esperança, de uma coisa estamos convictos – A IGREJA DE CRISTO, JAMAIS SERÁ DERROTADA. A vitória está determinada para os fiéis, mas, enquanto isso, Satanás usará todas as armas que tiver a seu dispor para induzir o crente ao pecado. Sempre houve e sempre haverá infiltrados nas igrejas as “imitações” de crentes – são os “joios” no meio da lavoura; são os “peixes” indesejáveis que vem na rede; são as “aves” que se aninham na igreja; e, são o “fermento” que leveda a massa.

Mesmo diante de tantas intempéries, a visão de João do número de salvos, no Apocalipse, é extraordinária. Quando viu os anjos, os animais e os anciãos, João arriscou um “palpite” – milhares de milhares, mas quando viu o número de salvos, se limitou a dizer que, simplesmente, era impossível contá-los.

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Erivelton Figueiredo

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