É preciso acreditar, pois sem fé é impossível agradar a Deus.

Hebreus 11: 6
Ora, sem fé é impossível agradar-Lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam.”

Mesmo estando redimidos pelo sangue de Jesus e capacitados pelo Espírito Santo, ainda assim, estamos sujeitos a uma conduta que denigre ,mancha e perverte nossa posição diante do Pai Celeste. Com isso, não são poucas as pessoas que, superestimando suas obrigações com o próximo, como seres humanos, tentam fazer dos deveres humanitários obras que agradam a Deus. Geralmente, tais pessoas, é que determinam para Deus o que elas vão fazer para agradá-lo. Estas pessoas julgam-se suficientemente boas e, com isso, segundo o conceito que elas têm de si mesmas, não existe mais nada que elas possam fazer de extraordinário e que possa agradar a Deus.

Ora, quando é operada em nós a fé, primeiramente, é destruído tudo o que há em nós que tenha sido construído sobre as pretensões e suficiências humanas, para que subsequentemente, a obra de Jesus na cruz e a imensa e livre graça de Deus possam transbordar em nosso ser. Quando isso ocorre, entendemos que, em vez da salvação, que antes julgávamos meritória, o que merecemos de fato é a condenação.

Ter o conhecimento intelectual de Deus, não implica em conhece-Lo e, quem não conhece a Deus não se interessa em se aproximar dEle, consequentemente, nenhum homem natural crê naquilo que não conhece e, se não conhece algo, muito menos, se aproximará. Desta forma, se digo que creio em Deus, que minha fé está posta nEle, mas minhas atitudes e palavras dão testemunho do contrário, sou um mentiroso e hipócrita.

Na parábola estudada essa semana, a viúva pobre nos deixa um grande exemplo a ser seguido – perseverança, e o próprio Senhor Jesus, antes de iniciar a parábola nos chamou a atenção para esse detalhe. O Senhor Jesus quer que sejamos perseverantes até que obtenhamos ou uma vitória ou uma resposta. Não devemos desanimar mesmo que todas as circunstâncias estejam contrárias. Na parábola não nos é informado quantas vezes a mulher foi até o juiz, contudo, podemos depreender, pela atitude do juiz, que foram inúmeras vezes. Ela estava determinada a insistir nos apelos até ter sua necessidade atendida.

Contraditoriamente, temos apresentado diante de Deus uma enorme lista de pedidos em nossas orações, embora, do nosso ponto de vista, sejam itens de primeira necessidade, muitos deles estão esquecidos por nós mesmos, isto é, aquilo que é, verdadeiramente, de extrema necessidade, nem é mencionado em nossas orações. E, em muitas vezes, pedimos apenas para satisfazer desejos efêmeros. Perseveramos nas coisas urgentes e negligenciamos nas necessárias.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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