Amar ao próximo – Um mandamento antigo.

Levítico 19: 18
Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o SENHOR.”

A história da humanidade não está disposta na Bíblia como que um “quebra-cabeça”, por isso, não é preciso ficar juntando os “pedacinhos” para concluir os fatos. Ela começa falando de um homem eterno que pecou e deve, indiscutivelmente, arcar com as consequências, mas que existe um destino (Céu) reservado a este homem, desde que reconheça, admita e se submeta a depender exclusivamente de Deus. Agora, depois da queda, nenhum outro meio, possibilita o retorno deste homem ao primeiro estágio (eterno), que não seja a proposta de perdão, reconciliação e restauração que Deus fez cruz do Calvário.  É extraordinário observar que os ensinos de Jesus não foram transmitidos aleatoriamente, eles obedeciam uma sequência progressiva com o fim de aperfeiçoar o ser humano ao ponto de torná-lo, novamente, aceitável diante de Deus.

Nenhum rabino, por mais conservador que seja, conseguiu cumprir cabalmente com todos os preceitos da lei mosaica, Jesus então, sintetiza toda a Lei de Deus em apenas dois grandes mandamentos – “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento … Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”, demonstrando que é possível cumprir com toda a lei mosaica se, tão somente, for observado criteriosamente esses dois mandamentos.

Quando dizemos que amamos a Deus, temos a falsa sensação de que podemos facilmente enganar as pessoas com essa declaração, mas alguém com uma percepção um pouquinho mais apurada, não precisa ser discernimento espiritual apenas percepção, detecta essa hipocrisia imediatamente, pois vê que nossas atitudes não são inerentes a um filho de Deus. O amor a Deus não é um sentimento que basta ser declarado verbalmente, ele tem que estar evidenciado em obras pela vida do nosso próximo, a ponto de termos mais estima a vida do próximo à nossa própria vida.

Embora, muitas sejam as justificativas, e, diga-se de passagem, são todas razoáveis, para não amarmos o próximo como a nós mesmos, não podemos permitir que os sentimentos racionais nos dominem, sentimentos que na maioria das vezes impulsionam nossas ações ou reações, pois, agora, como filhos de Deus, temos nossa vida governada pelos preceitos da Sua Palavra e não por sentimentos e razões com aspectos estritamente humanos.

Não se enverede, amados irmãos, por doutrinas que te exime da responsabilidade de dominar sobre os sentimentos e pensamentos. Lembre-se que, até de “palavra torpe” que pronunciarmos contra o próximo, teremos que prestar contas.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Deus te abençoe.
Graça e paz.

Compartilhar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.