Oração, vigilância e gratidão são práticas importantes.

Colossenses 4: 2 
Perseverai em oração, velando nela com ação de graças;”

A verdadeira oração flui de um coração que, verdadeiramente, esteja em “brasas” ardentes, por isso, ela é comparada ao incenso. O incenso só produz fumaça e cheiro quando está em contato com as brasas ardentes. A oração não pode ser algo que se pratique ocasionalmente, apenas diante das dificuldades ou só quando estivermos com vontade, ela deve ser algo constante em nossas vidas. O desejo do nosso Deus é que pratiquemos o ato de orar com tanta naturalidade assim como respiramos, ou seja, o ato de orar deve ser algo involuntário, independente dos nossos desejos. Isto não quer dizer que temos que estar vinte e quatro horas por dia de joelhos ou repetindo preces infindáveis ao Senhor, mas que nossa comunhão com o Nosso Deus jamais seja interrompida.

O crente não persevera fundamentado em suas forças pessoais, em sua capacidade de decidir, escolher, estabelecer e consolidar. É Deus que, pela sua infinita misericórdia, inescrutável vontade, insondável amor e inestimável soberania escolheu-nos, elegeu-nos, salvou-nos em Cristo Jesus, seu Filho amado, e nos mistérios da graça nos mantém. Não quero entrar na questão das doutrinas teológicas de Jacob Armínio e, muito menos, na de João Calvino, pois creio sinceramente que, no arrebatamento ambas ficarão por aqui. Deus não salvará apenas os arminianistas, bem como, não salvará apenas os calvinistas, porém, dentre os dois grupos que hoje DISPUTAM a VERDADE, o Senhor já tem separado para si os fiéis. E, isto não é porque é o crente que não perde a salvação, antes, é o Salvador que não perde o salvo; o Pastor que não despreza a sua ovelha.

Não fomos nós que, racionalmente, concluímos que se perseverarmos em oração vigiando e agradecendo, seremos ouvidos e atendidos, mas, a nós foi revelado pelo Espírito Santo que tal comportamento nos ilumina e nos inspira para entendermos a graça, percebermos o transcendente, interagirmos com o divino, discernirmos as verdades sagradas, separarmos o bem do mal na área espiritual, distinguirmos a voz do Sumo Pastor da de outras vozes estranhas. Estas coisas, que não são captadas sensorialmente, elas são reveladas.

 “Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos. Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se afastem de mim“. (Jr 32: 38-40)

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– A Perseverança dos Santos e Certeza da Salvação – Rev.Onézio Figueiredo

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