Jesus vivia em constante oração, um exemplo a ser imitado.

Lucas 5: 16
Ele (Jesus), porém, retirava-se para os desertos, e ali orava

Cada crente tem que ter uma vida dedicada a oração. A oração não é uma “arma” para ser usada em momentos e situações específicos que exijam uma ação enérgica, a oração é um “instrumento” que deve ser “manipulado” incessante e rotineiramente afim de se alcançar ou manter, entre outras coisas, uma maior comunhão com Deus. A oração é o sinal inconfundível de como está a nossa vida espiritual e, quando falhamos na oração, indubitavelmente, entramos num processo de declínio espiritual.

Jesus, no seu ministério terreno, deixou bem esclarecido, não apenas em seus discursos, mas em exemplo de vida, que todo crente tem que ter seu momento a sós com o Pai Celeste. Existem assuntos que interessa apenas ao Pai e àquele que está orando. Assuntos pessoais não devem ser expostos publicamente, pois, temos determinadas necessidades que não precisam ser levadas ao conhecimento de toda a igreja e, o nosso Deus, jamais vai expor publicamente as pessoas levando-as ao constrangimento. Devemos fazer distinção entre a oração que tem finalidade coletiva da que é pessoal.

Jesus sempre, que era possível ou que a circunstância exigia, se dirigia para lugares desertos a fim de orar. Quando ensinou os discípulos como deveriam orar a primeira recomendação foi: – “entra em teus aposentos e fechando a porta atrás de si, ore a seu Pai que está no Céu”. Nem sempre nos é possível passar um tempo a sós com Deus, mas isso é imprescindível para incrementar e estreitar cada vez mais nosso relacionamento com nosso Deus, como também, é necessário para o nosso crescimento e amadurecimento espiritual. Todo crente tem que um tempo separado para si e Deus.

Jesus nos deixa bem claro que a oração não precisa de motivação, isto é, não devemos orar somente pela necessidade em se alcançar bênçãos, nem tampouco para sermos livres de todos problemas que, infalivelmente, surgirão e, muitos menos para sermos poupados das perseguições, tribulações e aflições que profeticamente estão anunciadas aos que servem a Deus com fidelidade.

O ministério terreno de Jesus foi voltado para a oração. Estava orando quando foi batizado – “E aconteceu que, como todo o povo se batizava, sendo batizado também Jesus, orando Ele, o céu se abriu”; ao escolher os doze, passou a noite em oração – “E aconteceu que naqueles dias subiu ao monte a orar, e passou a noite em oração a Deus. E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos”; após a multiplicação dos pães e peixes, estava orando, e indagou dos discípulos o que a multidão dizia a respeito dele – “E aconteceu que, estando ele só, orando, estavam com ele os discípulos; e perguntou-lhes, dizendo: Quem diz a multidão que eu sou?”; enfim, muitas foram as orações que nosso Senhor fez, inclusive até na cruz Ele orou – “E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”.

Se intentamos cumprir a vontade Deus, devemos fazer da oração uma necessidade constante e não apenas um “recurso” útil nas adversidades. Este é o ensino que Jesus se esforçou em transmitir-nos.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal.

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