A Arca da Aliança guardava a Lei de Deus.

Deuteronômio 10: 1-5
Naquele mesmo tempo me disse o SENHOR: Alisa duas tábuas de pedra, como as primeiras, e sobe a mim ao monte, e faze-te uma arca de madeira; E naquelas tábuas escreverei as palavras que estavam nas primeiras tábuas, que quebraste, e as porás na arca. Assim, fiz uma arca de madeira de acácia, e alisei duas tábuas de pedra, como as primeiras; e subi ao monte com as duas tábuas na minha mão. Então escreveu nas tábuas, conforme a primeira escritura, os dez mandamentos, que o SENHOR vos falara no dia da assembleia, no monte, do meio do fogo; e o SENHOR mas deu a mim; E virei-me, e desci do monte, e pus as tábuas na arca que fizera; e ali estão, como o SENHOR me ordenou.”

Muito se especula sobre o destino que foi dado a Arca da Aliança e, independente do que tenha acontecido a ela, se foi escondida por Jeremias antes da queda de Jerusalém; ou, se foi destruída junto com o templo ou se, junto com todos os objetos santos que foram saqueados do templo, se perdeu com o decorrer do tempo, estamos antecipadamente avisados de que ela jamais será vista novamente e em hipótese alguma será construída outra com o mesmo propósito – “E sucederá que, quando vos multiplicardes e frutificardes na terra, naqueles dias, diz o SENHOR, nunca mais se dirá: A arca da aliança do SENHOR, nem lhes virá ao coração; nem dela se lembrarão, nem a visitarão; nem se fará outra. Naquele tempo chamarão a Jerusalém o trono do SENHOR, e todas as nações se ajuntarão a ela, em nome do SENHOR, em Jerusalém; e nunca mais andarão segundo o propósito do seu coração maligno”.

O Tabernáculo com todas as mobílias, bem como suas ofertas eram um retrato detalhado e fiel da plenitude da obra redentora de Jesus Cristo. A missão e sacrifício de Cristo estavam prefigurados em um conjunto de atividades religiosas facilmente tangíveis em que o homem podia participar livremente. Por meio da sua obediência e sua fé na Palavra de Deus, os israelitas puderam antever o poder santificador do Calvário. Eles eram salvos pela fé, exatamente como Enoque, Noé e Abraão, que viveram antes de a Lei ser dada, bem como Gideão, Baraque, Sansão e Davi, que viveram após a Lei ter sido dada, mas, que nunca, em momento algum da historia, a observaram perfeitamente. Por isso, nosso Deus nunca esteve a procura de adoradores perfeitos, antes, Ele procura pelos que são sinceros.

A Arca da Aliança representava o fim da jornada do sacrifício prestado pelo pecador. O fato de se ter chegado até ela, era a evidencia de ter sido aceito por Deus. O primeiro passo do processo que teve início no Altar de Bronze, tendo sido realizado tudo conforme prescrição divina culmina na Arca da Aliança. O aspecto do Altar de Bronze podia até aterrorizar o homem – animal imolado, sangue e fogo, com toda certeza não era uma cena agradável de ficar apreciando, mas ao se deparar com a Arca da Aliança, o pecador já não tinha nenhuma lembrança da imagem “terrível” do Altar de Bronze – “…não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos”.

Deus não nos perdoa simplesmente por que nos ama e decidiu desconsiderar nossos pecados. Antes, Ele nos perdoa por que a dívida dos nossos pecados já foi acertada plenamente por Seu Filho.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– A Extraordinária Santidade de Deus – Jeremy James

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One thought on “A Arca da Aliança guardava a Lei de Deus.

  • 28 de maio de 2019 em 12:04
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    Hoje te dou nota10 pelo seu cometario. Jesus sacrificio perfeito,Santo,e único.glora a Deus e foi por nós.

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