Cristo, o mediador de uma aliança superior.

Hebreus 8: 6
Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de uma melhor aliança que está confirmada em melhores promessas.”

Deus por seus atributos não depende de nada que foi criado, ou seja, na Sua onisciência Ele não dependeu do “crhonos” para estabelecer seu decreto que, antes da formação de todas as coisas já estava estabelecido e determinado. Na Sua soberania, o que foi decretado por Ele nada, absolutamente nada, pode ser mudado ou impedido ou que se realize por outra pessoa que não seja Ele mesmo. Na Sua excelsa sabedoria tudo quanto está ordenado a acontecer, assim se opera para um fim proveitoso e, desta forma, aos que vivem em profunda comunhão, fidelidade e obediência a Ele, desfrutam da cooperação de todas as coisas para o próprio bem.

Não obstante, é muito comum encontrarmos alguns “irmãos” em nosso meio que desprezam, se por ignorância ou deliberação não o sei, a Lei de Deus só porque foi dada na antiga aliança. Tais “irmãos” se comportam de uma maneira indolente, sendo que nem o próprio Cristo se comportou assim, antes, como está escrito, Ele não anulou nem invalidou a Lei da antiga aliança, mas a cumpriu em sua plenitude. Conheço um “ex-irmão” que tinha função na igreja e declarava abertamente em suas oportunidades que o Antigo Testamento é completamente inútil para a igreja de Cristo. O problema é que ele não era um membro qualquer dentro da igreja, era alguém que influenciava com sua oratória.

Tanto a antiga aliança formalizada estritamente com Israel como a nova aliança formalizada com o “corpo de Cristo”, que é o resultado da união de judeus e gentios promovida pela fé em Cristo Jesus, são boas e indiscutivelmente úteis, claro, cada uma sendo aplicada na dispensação em que foi feita. Em ambas o principal fundamento é a fé e a única razão é o AMOR de DEUS. Ainda que na antiga aliança o mediador entre Deus e o homem fosse um homem com suas limitações e imperfeições, Deus no uso de Sua onisciência justificava o pecador arrependido tão somente pela fé. E, agora, na nova aliança, mesmo tendo Jesus como mediador entre nós e Deus, a fé é o mesmo critério para que a justiça nos seja imputada. Ter Jesus como mediador entre nós e Deus, não é prerrogativa para procedermos com insanidade.
Se pudéssemos sintetizar a obra do nosso legítimo mediador Jesus Cristo em uma só palavra, outra não seria mais própria que “obediência”. Toda a vida de Jesus foi voltada em obedecer ao Pai Celeste. Tal nível de obediência se deve ao fato de que somente assim, obedecendo ao Pai em tudo, poderia obter a justiça para os salvos.

Desde o momento em que Jesus entendeu quem Ele era e qual era a sua missão aqui, esteve consciente de que obedecer ao Pai era necessário para que os salvos pudessem estar “legalmente” justificados diante de Deus.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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