O homem foi colocado para “dominar” a Terra.

Gênesis 1: 26
E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra”.

Nenhuma “sociedade” é tão “lucrativa” quanto a que firmamos com Deus. Imagine a situação: Deus criou todas as coisas, e diga-se, tudo do bom e do melhor e em seguida convida o homem a fazer um “consorcio” com Ele. As duas cláusulas que regem este “consórcio” devem ser observadas com rigor, pois o Senhor exigirá que se preste conta delas. Apenas duas cláusulas, sendo que ambas é para benefício do próprio homem, a única coisa que Deus pede, é: – “Lembre-se do seu Criador”.

Davi reconhecendo essa benevolência de Deus, ao convidar o homem para “associar-se” a Ele para que zele e cuide do que Ele criou, declarou o seguinte: “Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites? Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste. Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: Todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo, as aves dos céus, e os peixes do mar, e tudo o que passa pelas veredas dos mares. Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda a terra!”

O domínio que Deus outorgou ao homem sobre a criação não foi no sentido de posse. Tudo o que Deus criou foi entregue ao homem para administrar como mordomo – “Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens” e, não possuir como se fosse dono. Pois, administrar como mordomos exige que realizemos todas as coisas de acordo com a vontade do nosso Senhor.

Quando o povo de Israel foi introduzido na terra prometida, o Senhor estabeleceu leis para a preservação da flora e fauna sem prejudicar a prosperidade do seu povo – “Também seis anos semearás tua terra, e recolherás os seus frutos; Mas ao sétimo a dispensarás e deixarás descansar, para que possam comer os pobres do teu povo, e da sobra comam os animais do campo. Assim farás com a tua vinha e com o teu olival”, neste caso, o Senhor visa dois objetivos: primeiro, a manutenção da vida dos pobres e necessitados e, segundo, preservação da terra, o que o Senhor nos ensina é que a terra precisa descansar para recuperar os recursos que foram utilizados em um determinado período de tempo.

Os recursos naturais do planeta Terra não são infinitos e, por isso, não são inesgotáveis, eles precisam de um período de tempo de descanso para se recuperarem. Tudo aquilo que é usado desmedida e irresponsavelmente tende a acabar, isso é uma conclusão lógica.

Entendamos definitivamente uma coisa: Se o planeta Terra caminha para uma devastação de proporções catastróficas, a culpa é do próprio homem. Então, se a nossa intenção é continuar a viver nele desfrutando dos recursos que ele tem, VAMOS CUIDAR BEM DELE.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Compartilhar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.