Ungido pelo Espírito para testemunhar com ousadia.

Atos 1:8
Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”.

Quão iludidos estão aqueles que supõem serem capacitados a exercerem um ministério eclesiástico ou, até mesmo, uma função qualquer na igreja sem o auxilio do Espírito Santo. Enquanto alguns crentes não admitirem que sem a presença gloriosa do Espírito Santo e o seu auxilio diário não somos capazes de nada, indiscutivelmente, verão seu ministério ou função na igreja naufragar em águas rasas. Não somos capazes de entender as Escrituras Sagradas ou colocar em prática as suas benéficas orientações em nossas vidas se o Espírito Santo de Deus não nos auxiliar nisto. Aliás, sem a impactante presença do Espírito Santo na vida do crente, este não consegue, nem mesmo, dar um passo sequer na direção de Deus.

A unção de Deus não torna quem a recebe num “super-homem” ou numa “mulher maravilha”. A unção não dota ninguém de superpoderes, não no sentido que algumas pessoas estão julgando. A unção não torna ninguém mais inteligente, porém, naquele que é ungido há um acréscimo substancial de sabedoria quando esta é buscada. Nenhuma unção torna o ungido mais forte (fisicamente) do que ele é, contudo, aquele que é ungido, adquire pelo Espírito Santo de Deus uma força sobrenatural capaz de suportar qualquer desafio. A unção não faz daquele que foi ungido uma pessoa perfeita, entretanto, aquele que é ungido busca avidamente andar com retidão na presença de Deus e dos homens. A unção não faz das pessoas um super crente, pelo contrário, quando a unção é de Deus, ela só é dada àquele que é, de fato, crente. A unção não é uma barreira contra o pecado; ela não impede aquele que é ungido de cair em tentação e pecar, porém, aquele que é ungido e entende o que significa estar ungido, conhece e exercita diariamente a única forma de expulsar o diabo da circunvizinhança – “Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”.

A banalização das “ordenanças” cerimoniais não é um problema que surgiu no meio evangélico no século XXI, isto vem de longa data, é dos tempos antes de Cristo. Algumas igrejas perderam completamente o temor, o amor, a reverência e a submissão a Deus, estas igrejas, apesar de apresentarem todas as características da “noiva de Cristo”, são, no entanto, sinagogas de Satanás. Nada do que estas igrejas fazem é em prol do Reino de Deus, muito pelo contrário, todas as suas atividades estão voltadas para a satisfação humana. Uma coisa que chama a atenção nisso, é o fato de que tais igrejas se comportam como uma “noiva” imaculada.

Nestas igrejas, podemos encontrar todos os departamentos necessários para o desenvolvimento sadio do “corpo”, contudo, a precariedade está naquilo que se ensina ao rebanho. As pessoas, nestas igrejas, que exercem funções essenciais para o crescimento da igreja, foram “untadas” pelo homem, por isso não conseguem desenvolver-se e, muito menos, promover crescimento nos outros.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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