O homem é um ser inventivo.

Atos 17: 29
 “Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens”.

Desde que foi criado, o homem, num sentido generalizado, procura “institivamente” por Deus e, até o momento em que o Deus verdadeiro se revele a ele, o homem anda tateando às cegas em busca de alguma coisa – qualquer coisa, que possa servir para a adoração. O homem que ainda não conhece Deus, cria ou inventa o seu próprio deus, por que há no íntimo de cada ser humano a necessidade de adoração.

Algum tempo atrás, na minha cidade natal, eu vi uma estatueta jogada a beira de um caminho por onde eu fazia, rotineiramente, uma caminhada. Em alguns dias, diga-se poucos dias, alguém colocou aquilo de pé e fez-lhe um rústico pedestal. O progresso evolutivo da coisa foi impressionante e aconteceu rapidamente, pois em pouquíssimo tempo, a estatueta, que para mim não representava ninguém, ganhou flores, velas e uma cobertura. Isso prova o que acabamos de escrever logo acima – da necessidade de se adorar alguma coisa.

Bom, enquanto estiver na ignorância (no sentido de falta de conhecimento) o homem ainda pode se justificar pelos atos insanos, contudo, após a revelação do Deus Todo Poderoso na pessoa de Jesus Cristo, ninguém poderá mais se justificar alegando ignorância acerca da existência de Deus. Os ignorantes acerca da Verdade, quando agem pela sua insensatez, sofrerão menos rigor no juízo de Deus em relação aos que professam serem conhecedores desta Verdade. “Em verdade vos digo que, no Dia do Juízo, haverá menos rigor para o país de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade”, aqui, Jesus está falando do juízo que virá sobre Israel e as cidades ímpias, sobre os que conhecem a verdade e sobre os que não conhecem e, o rigor será menor sobre os que não conhecem.

Estamos vivendo tempos em que, praticamente, todos as pessoas já ouviram falar de Jesus, ainda que não ouviram quem Ele realmente é, mesmo assim já ouviram. Já ouviram o que Ele pode e quer fazer pela humanidade. Claro, em se tratando de população mundial, sabemos que ainda existem muitas pessoas, das regiões mais inóspitas deste planeta, que não sabem quem é Jesus e que estão adorando seus deuses, obras da magnifica criatividade e das mãos hábeis dos homens, que buscam com suas obras saciar ou suprir a necessidade dos que ainda estão caminhando pelas sombras, distantes da Verdade do Deus Todo Poderoso.

Jesus ao ser apresentado a estas pessoas, não deve ser posto como sendo mais um dos deuses. Jesus não deve ser apresentado como sendo uma mercadoria com a qualidade melhor do que a que eles tem, mas como o único e Verdadeiro Deus. Ele é o Deus dos deuses.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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