Jesus Cristo, a maior expressão de humildade.

Filipenses 2: 5-8
 “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz”.

Não é muito raro nos depararmos com algumas pessoas que externamente, isto é, na aparência exterior, denotam o maior e melhor exemplo a ser seguido de santidade. Atentem que dissemos EXTERNAMENTE. São pessoas que sustentam suas convicções em seus próprios conceitos sobre o significado de santidade. Uma vida santificada não pode estar estribada somente na definição literal do termo, antes, um viver santo está fundamentado nos princípios bíblicos que nos conduz a essa condição.

Quando Jesus disse a Nicodemos que era-lhe necessário nascer de novo, Ele apontava para uma transformação radical que engloba tanto o homem interior quanto o homem exterior. Esta, como dissemos acima, pode ser manipulada e não evidenciar o verdadeiro caráter daquela, ou seja, geralmente só mostramos aos outros aquilo que queremos que eles vejam em nós.

A lição desta semana aponta para três características que evidenciam uma igreja sadia, próspera e operante – Humildade, mansidão e longanimidade. Estas características tem como base Jesus Cristo, a pedra angular; a pedra de esquina e, sendo assim, a estrutura destas características tem que seguir o padrão de Cristo e não do pastor ou qualquer outro irmão. Todavia, quando Paulo nos conclama a imita-lo, ele faz esse convite confiado na seriedade e sinceridade com que andava na presença de Deus. Imitar a Paulo não era vestir-se como ele se vestia; imitar a Paulo não era falar como ele falava; imitar a Paulo não era viver nas condições que ele vivia; imitar a Paulo não era frequentar a mesma “igreja” que ele frequentava; enfim, imitar a Paulo não se limitava em saber tudo sobre o que ele fazia, comia, bebia, lia, com quem andava e onde andava; não era conhecer todas as suas preferências. Paulo convida os crentes a imita-lo nas coisas concernentes a uma vida inteiramente voltada para a obra da igreja de Cristo – expansão do Reino de Deus aqui na terra.

Ser uma nova criatura em Deus não implica numa mera reforma exterior. Embora a distinção do crente neste mundo deva ser algo patente aos olhos, sua “nova vida” não está assentada apenas em regras comportamentais, sociais e religiosas. A vida que agora vivemos, deve estar assentada na pedra de esquina que é Cristo Jesus, nosso Senhor e Rei . Aquele que “nasce de novo” sofre uma transformação radical de vida, começando pelo seu interior, abrangendo todo seu coração, desejo e vontade e, tal transformação é refletida nas esferas espiritual e social de sua vida – “Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte”.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Lições Bíblicas CPAD – 3ºtrim 2011

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