A oração, uma arma contra a oposição.

Mateus 7: 7-11
 “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque aquele que pede recebe; e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre. E qual dentre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? Se, vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?”

Um dos grandes males que nos assola é a falta de discernimento, e dizemos isso em todos os aspectos. Ou seja, não é somente a falta de discernimento espiritual que nos causa problema. Quando não discernimos com clareza a origem e o propósito de determinados acontecimentos, sempre concluímos, pelo óbvio, que a finalidade de tal acontecimento é nos causar danos morais ou econômicos. Dificilmente “enxergamos” o que está por detrás dos fatos e, em vista disto, a nossa conclusão do fato fica restrita ao óbvio.

Anteriormente escrevemos, e reafirmamos novamente, que o diabo não tem a mínima intenção de matar quem é crente. Bom, pelo menos ele não tem a intenção de matar o crente enquanto o crente estiver firme, todavia, quando ele (o diabo) consegue abrir uma brecha na defesa do crente, além de persistir nas investidas até desviar o crente de sua conduta irrepreensível e inculpável diante de Deus, aí sim, nesta ocasião a morte do crente desviado para ele é lucro.

O crente não pode querer argumentar em sua defesa, caso seja vítima (vamos, aqui, usar dois termos para definir duas situações distintas: alvo – são os crentes sobre os quais Satanás vive investindo; e, vítima, são os crentes que se tornaram presas dele) das investidas de Satanás, de que não sabiam que ele (Satanás) agiria com tanto furor. Somos exortados em toda a Bíblia a manter o diabo bem longe de nós. Com ele não se brinca; como ele não devemos manter nenhum tipo de diálogo; com ele não devemos nenhum tipo de relacionamento; e, com ele não podemos nos descuidar – ele é mentiroso, traiçoeiro, vingativo, cruel e, não se engane, ele odeia com todas as suas forças e com todos os seus sentimentos a humanidade.

Na carta que Tiago, o irmão do nosso Senhor Jesus, escreveu, ele nos diz que para vencermos as investidas do diabo e afasta-lo de nós, nós devemos nos sujeitar a Deus. Porém, devemos atentar para algo, de suma importância, que está denunciado ali com extrema clareza e que muitos ignoram. Não é o nosso Deus que vai “espantar” o diabo para longe de nós. Nós com o auxilio dEle é que vamos encarar as afrontas do maligno e fazer enérgica resistência a elas, mas nossa resistência só será eficaz quando estivermos sujeitos ao modo de vida que o Senhor requer de nós.

Falar que a oração é uma “arma” poderosíssima que o crente tem à sua disposição é o mesmo que fazer chover no molhado, porém, como sabemos que as muitas circunstancias da vida nos fazem desviar do nosso foco o tempo todo, faremos como o apóstolo Paulo – insistiremos no assunto. Orar e vigiar são uma responsabilidade exclusiva do crente. Querer obter êxito em alguma empreitada sem essas duas atividades é o mesmo que desejar ir para o Céu sem conhecer Jesus.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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