A Palavra deve ser semeada.

II Coríntios 9: 9-15
 “Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça; para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se deem graças a Deus. Porque a administração desse serviço não só supre as necessidades dos santos, mas também redunda em muitas graças, que se dão a Deus, visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com eles e para com todos, e pela sua oração por vós, tendo de vós saudades, por causa da excelente graça de Deus que em vós há. Graças a Deus, pois, pelo seu dom inefável”.

Em toda a sua longa e difícil trajetória, a Bíblia tem, com sucesso, resistido a muitos ataques dirigidos contra ela. Proibida na época medieval, bombardeada por grande criticismo durante o século 19, e negligenciada grosseiramente, no século 20, a Bíblia, todavia, continua a oferecer corretamente à humanidade uma esperança e orientação. Não é de admirar que o apóstolo Paulo tenha lembrado aos primitivos cristãos que as Sagradas Escrituras são as “palavras de Deus”- “Muita, em toda maneira, porque, primeiramente, as palavras de Deus lhe foram confiadas”.

Quando Deus revelou o Seu desejo no Monte Sinai, ordenou a Moisés a codificar e transmitir esta Palavra ao povo – “Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o Senhor, vosso Deus, para se vos ensinar, para que os fizésseis na terra a que passais a possuir”. Eventualmente as escrituras, eram lidas regularmente em voz alta no templo em Jerusalém e em outros lugares. As pessoas podiam ouvir, entender e agir. Por exemplo, vemos que Jesus Cristo tinha livre acesso às Escrituras e as lia em voz alta na sinagoga, em Nazaré. O público maravilhava-se com as palavras graciosas de Cristo, quando Ele aplicava a si mesmo a profecia de Isaías.

Mais tarde, os apóstolos foram inspirados a escrever cartas à Igreja, explicando frequentemente as Santas Escrituras. Juntamente com outros escritores e seguidores de Cristo, eles escreveram também os relatos da vida e obra de Cristo os quais chegaram a ser comumente conhecidos como Evangelhos. Deus cuidou para que estes únicos escritos fossem preservados para as gerações futuras – “Mas também eu procurarei, em toda a ocasião, que depois da minha morte tenhais lembrança destas coisas”.

Séculos mais tarde, depois da invenção da imprensa e da tradução das Escrituras para as línguas populares, o povo passou a ter, progressivamente, acesso à Bíblia Sagrada. Hoje este Livro dos livros está ao alcance de quase todas as nações. No entanto os modelos de pensamento moderno da nossa era agem frequentemente como uma restrição poderosa à leitura e entendimento das páginas da Bíblia.

O princípio básico do mundo de hoje afasta o povo da Bíblia. Esta é a razão pela qual o Senhor tem despertado alguns dos seus servos a exporem corretamente a Sagrada Escritura. Nós precisamos ler a Bíblia com um entendimento divino.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– CURSO DE ESTUDO BÍBLICO – Por que a Bíblia é a Palavra de Deus. (Extraído na íntegra)

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