A beleza de uma experiência pessoal com Deus.

Jó 42: 5
 “Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te veem os meus olhos”.

Quão maravilhoso é o dia em que entendemos que tudo quanto sabemos a respeito do nosso Deus, por mais profundo que seja o conhecimento, não se compara ao que é viver plenamente o que Ele tem reservado para os que temem o Seu Santo Nome. Estar de posse de todas as informações que se tem a respeito de Deus (se fosse possível) nunca implicou, nem jamais implicará em estar se relacionando com Ele. Nós sabemos muitas coisas a respeito de inúmeras figuras públicas ilustres sem nunca tê-las encontrado pessoalmente, aliás, a amizade virtual tem causado transtorno na vida de algumas pessoas, porque, tais pessoas não conseguem entender que o amigo enquanto se mantiver na esfera virtual será um completo desconhecido.

Que testemunho glorioso de Jó!

É muito difícil, nos dias de hoje, encontrarmos alguém que confesse humildemente que o seu relacionamento com o Senhor não é tão estreito quanto se parece. Hoje em dia é muito comum ouvirmos alguns crentes atestarem verbalmente uma comunhão com Deus que não está coadunada com o comportamento na sociedade; é muito comum vermos um numero expressivo de crentes hereditários manifestarem uma fé que não tem origem neles mesmos, mas naquilo que seus antepassados ensinaram. Por crentes hereditários, dizemos daqueles crentes que nasceram em lar evangélico e, por causa disso, não veem a necessidade de viverem a própria experiência com Deus. Tais crentes julgam desnecessário terem o próprio encontro com Jesus.

A confissão de Jó é extraordinária!

O santo propósito de Deus finalmente foi compreendido por Jó. Jó finalmente entendeu que toda instrução religiosa recebida, ainda que estivessem, todas, seladas em seu coração e na sua mente, por si mesmas, não poderiam evoluir para uma experiência pessoal com Deus. Jó confessou que tudo quanto lhe foi ensinado sobre Deus, ele guardou em seu coração. A parte teórica, do ensino sobre Deus, Jó assimilou e até viveu na prática o que lhe foi ensinado, mas até aquele presente momento ele não tivera uma experiência viva e pessoal com Deus.

Jó, somente com o “ouvir dos seus ouvidos” se dava por satisfeito, ele se contentava com o que os outros falavam de Deus, entretanto, nosso Deus não quer que os homens cheguem ao conhecimento dEle apenas pelo ouvir, ELE QUER SE MANIFESTAR PESSOALMENTE AOS QUE BUSCAM PELA SUA FACE.

Mas, uma pergunta se faz necessária nesta geração moderna, onde tudo é “fast” – O que seria uma experiência pessoal com Deus?”

A resposta pode variar de acordo com os “ângulos” de visão de cada crente. Isso vai depender de como cada um interpreta o que é experiência. Tem crente que só vai admitir que teve uma experiência pessoal com o Senhor se Ele se manifestar teofanicamente, enquanto outros entendem que o Senhor, também, se manifesta através da vida dos Seus servos.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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