Sinais do apostolado.

II Coríntios 12: 12
 “Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas”.

Infelizmente neste mundo, onde estiver o homem, sempre haverá injustiça, até mesmo no meio da igreja e, nesse caso, a injustiça não é no sentido de violação dos direitos dos outros, mas, a falta de reconhecimento do esforço ou dedicação numa função exercida. Evidentemente que não estamos dizendo em fazer uma homenagem com pompa, mas tão somente reconhecer o desprendimento na tarefa que foi realizada. É impressionante como encontramos pessoas nas igrejas que não se sentem incomodadas com alguns serviços que são realizados nas igrejas, como por exemplo, a limpeza da igreja. Tais pessoas se encontrarem a igreja suja reclamam, mas, de todas as vezes que a encontram limpa, não se preocupam em saber quem limpou. Será que essas pessoas pensam que foram os anjos?

O versículo base para esse artigo, contextualmente, é uma “reclamação” de Paulo ante ao comportamento dos crentes da igreja de Corinto em relação ao trabalho que ele exerceu na igreja. O apóstolo Paulo havia realizado no meio deles sinais miraculosos que, por si só, testemunhavam da autenticidade do seu apostolado. Paulo havia perseverado em seu ministério em Corinto apesar de todas as perseguições externas e problemas internos e, além do mais, “não pesado a nenhum dos irmãos” causando alguma despesa alguma à igreja. Os judaizantes haviam empregado métodos astutos para explorar a igreja, mas Paulo fora sincero e os havia tratado sem dolo algum.

Os sinais ou credenciais que legitimavam o ministério de Paulo, já tinham sido verificados pelos crentes de Corinto, eles já tinham experimentado o Evangelho pregado por ele – “Porventura começamos outra vez a louvar-nos a nós mesmos? Ou necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação para vós, ou de recomendação de vós? Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens. Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração”. Além de testemunharem que o comportamento de Paulo entre eles, era semelhante ao do Cristo pregado por ele.

Na carta que escreveu aos crentes de Roma, Paulo assegurou que nenhuns dos prodígios realizados por ele foram por seu próprio poder ou vontade – “Porque não ousaria dizer coisa alguma, que Cristo por mim não tenha feito, para obediência dos gentios, por palavra e por obras; pelo poder dos sinais e prodígios, na virtude do Espírito de Deus; de maneira que, desde Jerusalém e arredores até ao Ilírico, tenho pregado o evangelho de Jesus Cristo”. Em suma, os sinais evidenciavam seu ministério e comprovavam seu chamado e vocação.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudos Nova Almeida Atualizada (NAA)

Compartilhar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.