Os filhos de Deus devem ser obedientes e abandonar o mau caminho.

I Pedro 1: 13-14
 “Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo, como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância”.

O nosso Deus é Santo e, isso não é uma conclusão que nós alcançamos pela interpretação da Sagrada Escritura, mas, antes é um atributo dEle. Os padrões de moralidade estabelecidos por Ele, não são em função daquilo que ele exige de nós, mas daquilo que Ele é. O intuito do Senhor é evidenciar que, diferentemente dos deuses romanos, Ele não é belicoso, adúltero ou malicioso, bem como, diferentemente dos deuses das seitas pagãs populares do primeiro século, Ele não é sanguinário ou promíscuo. Ele é um Deus de misericórdia e justiça que se importa pessoalmente com cada um de seus seguidores.

Nosso Deus Santo espera que o imitemos, seguindo seus altos padrões morais e sendo tanto misericordiosos quanto justos. Depois que confiamos nossa vida a Cristo, algumas pessoas ainda sentem uma queda por seus antigos hábitos. Pedro diz que devemos ser como nosso Pai celestial — santos em tudo o que fizermos. Santidade significa ser totalmente dedicado a Deus, separado para seu uso especial e afastado do pecado e de sua influência. Devemos ser separados e diferentes, não misturados com a multidão; porém não devemos ser diferentes apenas por sê-lo. As qualidades de Deus em nossa vida nos tornam diferentes. Nosso enfoque e prioridades devem ser os dEle. Não podemos nos tornar santos por nós mesmos, mas Deus nos dá o seu Espirito Santo para nos ajudar a obedecê-lo e para nos dar poder para vencer o pecado.

Em toda a história o Senhor sempre encontrou aqueles que se dispuseram a servi-Lo com integridade e fidelidade. Elias é um exemplo disto. O simples compromisso de Elias com Deus nos choca e nos desafia. Ele foi enviado para confrontar, não confortar, e transmitiu a mensagem do Senhor a um rei que frequentemente rejeitava sua mensagem só porque ele a trazia. Elias desempenhou seu ministério somente para Deus e pagou por esta decisão, ao experimentar o isolamento como outros que também eram fiéis ao Senhor. É interessante pensar nos incríveis milagres que Deus realizou através de Elias, mas faríamos bem em enfocar a comunhão que compartilhavam. Tudo o que aconteceu na vida de Elias começou com o mesmo milagre que está disponível a nós — ele respondeu ao dom de conhecer a Deus.

Até hoje, Deus frequentemente fala através do suave e do óbvio em vez de fazê-lo através do espetacular e do incomum. O Senhor tem tarefas para fazermos mesmo quando sentimos medo e fracasso. E Deus sempre tem mais recursos e pessoas do que sabemos. Embora possamos desejar realizar milagres incríveis para o Senhor, devemos, em vez disso, enfocar o desenvolvimento de nossa comunhão com Ele. O verdadeiro milagre da vida de Elias foi a sua amizade extremamente pessoal com Deus. E este milagre também está disponível a nós.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
 Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal (pág. 491 – Extraído e adaptado)

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