O desejo do Senhor é que seus filhos sejam obedientes continuamente.

Deuteronômio 5: 29
 “Quem dera que eles tivessem tal coração que me temessem e guardassem todos os meus mandamentos todos os dias, para que bem lhes fosse a eles e a seus filhos, para sempre!”

Quando falamos da justiça de Deus, geralmente, não aplicamos corretamente para o que o termo aponta exatamente. Ao dizermos que Deus é justo, não estamos insinuando que Ele sempre vai agir a favor dos menos favorecidos e, sempre exaltar os que são humilhados, pelo menos, não no sentido que muitos aplicam essa justiça, mas que, independente a favor de quem seja, o Senhor sempre vai agir com justiça por causa da Sua infinitude e imutabilidade, isto é, Ele tem que ser justo para não manchar o próprio caráter. Ou seja, dentro do assunto proposto, quando o cálice da Sua ira transborda, Ele executa os juízos proferidos, pois, ainda que pareça que esteja agindo com injustiça com os homens, todavia, Ele está sendo justo Consigo mesmo não invalidando a própria Palavra.

Embora encontremos na Bíblia algumas regras especificas para a adoração (culto), devemos estar cientes de que essas regras se aplicavam exclusivamente a Israel para que se fizesse clara diferença entre o culto pagão e o culto ao Deus Verdadeiro. Não obstante ao estabelecimento das regras, o Senhor jamais priorizou as características dos rituais, sendo assim, não eram as características dos rituais que proporcionariam a aceitação do culto, mas, a aceitação do culto sempre dependeu da condição espiritual de quem estava ofertando. Foi, é e sempre será assim.

Ser justo significa que o nosso Deus mantém a ordem moral do universo, Ele é reto e sem pecado na Sua maneira de tratar a humanidade – “Por isso, o Senhor vigiou sobre o mal e o trouxe sobre nós; porque justo é o Senhor, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos à sua voz”. A decisão de Deus de castigar com a morte os pecadores, procede da Sua justiça; Sua ira contra o pecado decorre do Seu amor à justiça.

Ele revela a sua ira contra todas as formas da iniquidade, principalmente a idolatria, a incredulidade e o tratamento injusto com o próximo – “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça”. A justiça de Deus não se opõe ao Seu amor. Pelo contrário, foi para satisfazer a Sua justiça que Ele enviou Jesus a este mundo, como Sua dádiva de amor e como Seu sacrifício pelo pecado em lugar do ser humano, a fim de nos reconciliar consigo mesmo.

Deus fará aquilo que Ele tem revelado na sua Palavra; Ele cumprirá tanto as suas promessas, quanto as suas advertências – “Também, na verdade, Deus não procede impiamente; nem o Todo-Poderoso perverte o juízo”. A fidelidade de Deus é de consolo inexprimível para o crente, e grande medo de condenação para todos aqueles que não se arrependerem nem crerem no Senhor Jesus – “Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo”.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.
– Bíblia de Estudo Pentecostal (pág. 915 Extraído e adaptado)

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