Deus deu aos seus o espírito de poder.

II Timóteo 1: 7
 “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação”.

Diante do que estamos vivendo nestes últimos tempos e, principalmente nos dias atuais, esta palavra serve de estímulo para alguns e de despertamento para outros crentes. Ela é um estimulante para os crentes (raros) que não se dobram diante de tantas imposições que o mundo tem feito, bem como, serve para despertar aqueles crentes que, diante de certas situações, preferem dar ouvido a voz de homens à voz de Deus. O sistema religioso de hoje está vivendo a mesma filosofia dos “hippies” da década de 60 – “paz e amor”. Ou seja, a mensagem que se prega hoje nas igrejas não confronta a realidade que o mundo vive; não denúncia o pecado das pessoas; não adverte as pessoas que o caminho pelo qual elas estão seguindo, as conduzirá ao inferno e separação eterna de Deus; e, assim, em vez de anunciar que o Deus que salva exige separação deste mundo, estão anunciando que Ele é conivente com tudo isso.

O Espírito Santo que atua gloriosamente no meio da igreja nos dias de hoje, é o mesmo Espírito Santo eterno. Evidentemente, que a cada dispensação da história da salvação da humanidade Ele agiu de maneira distinta. O Espírito Santo não é mera influência ou poder. Ele tem atributos pessoais, a saber: Ele pensa, sente, determina e tem a faculdade de amar e de deleitar-se na comunhão. Foi enviado pelo Pai para levar os crentes à íntima presença e comunhão com Jesus. À luz destas verdades, devemos tratá-lo como pessoa, que é, e considerá-lo Deus vivo e infinito em nosso coração, digno da nossa adoração, amor e dedicação.

Em toda a Bíblia nós vemos a ação do Espírito Santo, tanto no Antigo como no Novo Testamento. O Espírito Santo desempenhou um papel ativo na criação. O segundo versículo da Bíblia diz que “o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”, preparando tudo para que a palavra criadora de Deus desse forma ao mundo. O Espírito também é o autor da vida. O Espírito Santo continua a dar vida às criaturas de Deus – “Envias o teu Espírito, e são criados, e assim renovas a face da terra”. O Espírito estava ativo na comunicação da mensagem de Deus ao seu povo. Era o Espírito, por exemplo, quem instruía os israelitas no deserto – “E deste o teu bom Espírito, para os ensinar; e o teu maná não retiraste da sua boca; e água lhes deste na sua sede”.

Da mesma forma, os profetas eram inspirados pelo Espírito de Deus a declarar sua palavra ao povo – “Mas, decerto, eu sou cheio da força do Espírito do Senhor e cheio de juízo e de ânimo, para anunciar a Jacó a sua transgressão e a Israel o seu pecado”. A liderança do povo de Deus no Antigo Testamento era fortalecida pelo Espírito do Senhor. Moisés, por exemplo, estava em tão estreita harmonia com o Espírito de Deus que compartilhava dos próprios sentimentos de Deus; sofria quando Ele sofria, e ficava irado contra o pecado quando Ele se irava.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal (pág. 1291 e 1639, extraído e adaptado)

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