A fé no que Jesus diz é suficiente para gerar cura.

João 4: 46-50
 “Segunda vez foi Jesus a Caná da Galileia, onde da água fizera vinho. E havia ali um oficial do rei, cujo filho estava enfermo em Cafarnaum. Ouvindo este que Jesus vinha da Judeia para a Galileia, foi ter com ele e rogou-lhe que descesse e curasse o seu filho, porque já estava à morte. Então, Jesus lhe disse: Se não virdes sinais e milagres, não crereis. Disse-lhe o oficial: Senhor, desce, antes que meu filho morra. Disse-lhe Jesus: Vai, o teu filho vive. E o homem creu na palavra que Jesus lhe disse e foi-se”.

O tema sobre o qual vão girar nossos artigos desta semana é a passagem bíblica que narra o milagre de Naamã. Naamã era o comandante do exército da Síria que era leproso. A história diz que esse grande líder entre seu povo conquistara uma vitória concedida pelo Senhor. Sua condição de leproso, entretanto, o separava da comunidade e ele desejava muito livrar-se daquela enfermidade. Sua esposa tinha uma serva israelita, capturada numa incursão feita pelos sírios em Israel. Muitos leprosos eram forçados a sair das cidades e permanecer em acampamentos de quarentena. O fato de Naamã ainda se manter em seu posto, teve duas razões prováveis: fora acometido de uma forma suave da doença ou ainda estava no estágio inicial desta grave enfermidade.

A Síria localizava-se a nordeste de Israel; porém, as duas nações raramente mantinham relações amigáveis. Sob o governo de Davi, os sírios pagaram tributos a Israel. Nos dias de Eliseu, eles cresceram em poder e frequentemente atacavam as tribos do Norte na tentativa de frustrar as pessoas e trazer a confusão política. Os israelitas eram muitas vezes levados cativos para a Síria após ataques bem-sucedidos. A escrava de Naamã era uma menina de Israel, sequestrada de sua casa e família. Não sabemos o nome da pequena jovem ou mais sobre ela; mas suas poucas palavras à sua ama trouxeram cura e fé em Deus ao poderoso general sírio. Deus a colocara naquele lugar, sob aquelas condições, com um propósito, e ela foi fiel.

Tanto a passagem de Naamã como a do oficial do rei, narrado por João, tem como propósito nos fazer entender que o nosso Deus, definitivamente, não faz acepção de pessoas. Naamã não era judeu nem o oficial do rei era cristão, mas a ambos o Senhor abençoou com um milagre extraordinariamente sobrenatural e, isso nos mostra que nós (crentes) não temos que nos vangloriar da posição em que estamos, pois, da mesma forma que o nosso Deus é piedoso, benigno e gracioso conosco, assim Ele é, também, com qualquer pessoa que crê firmemente na Sua Palavra.

A humildade é o ponto de partida para todo aquele que crê em Deus. Enquanto o homem não sair do lugar mais alto do “pódio”, ou seja, enquanto a soberba, a arrogância e a prepotência forem a alavanca do caráter e da personalidade humana, nada do que for falado sobre Deus encontrará lugar no seu coração, mas a partir do momento que a pessoa se humilha diante do Seu Criador, o Senhor concede-lhe fé para crer nEle.  Podemos não entender Seu modo de trabalhar, mas pela humilde obediência, receberemos suas bênçãos.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.
– Quem é Quem na Bíblia Sagrada – Paul Gardner

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