A vida de Cristo é o maior exemplo da misericórdia e amor de Deus.

Efésios 2: 4-5
 “Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)”.

O cativeiro do Reino do Norte (Israel) foi a consequência de uma vida totalmente desviada dos padrões divinos. Algumas declarações que o próprio Deus deu acerca do comportamento de Israel em relação ao que Ele representava para aquele povo, nos faz entender que os israelitas não somente infringiram algumas ordenanças, bem como, as desprezaram voluntariamente. Em determinado momento o Senhor diz que eles não se deram por satisfeitos em desobedecê-Lo, mas que, pior que isso, o provocaram conscientemente – “A zelos me provocaram com aquilo que não é Deus; com as suas vaidades me provocaram à ira; portanto, eu os provocarei a zelos com os que não são povo; com nação louca os despertarei à ira”.

Embora nosso Deus tenha dito que não é o desejo dEle que o ímpio morra sem salvação – “Desejaria eu, de qualquer maneira, a morte do ímpio? Diz o Senhor Jeová; não desejo, antes, que se converta dos seus caminhos e viva?”, todavia, Ele não interferirá nas decisões que tomarmos. Enquanto o Senhor der oportunidade, Ele avisará por todos os meios que a melhor opção é se converter a Ele para adquirir a vida. A vida, neste caso, é a vida eterna.

Tudo o que ocorreu com Israel e Judá nos serve de exemplo a fim de que possamos conduzir os nossos passos segundo o que Deus tem determinado para nós, tanto individualmente, bem como coletivamente, neste sentido estamos falando como membros do corpo de Cristo – Sua Igreja. Assim, temos exemplos positivos e, também, exemplos negativos.

Muitos acontecimentos narrados no Antigo Testamento nos mostram a multiforme sabedoria de Deus em lidar com seu povo, tendo seu real cumprimento em Jesus Cristo. Por exemplo: Abraão teve de esperar com paciência por quase vinte e cinco anos até Deus sarar a madre de Sara e lhes dar Isaque. Abraão nada poderia fazer para apressar o nascimento do filho prometido por Deus. Fato idêntico cumpriu-se no Novo Testamento, quando Deus enviou seu próprio Filho como Salvador do mundo, ao chegar a plenitude dos tempos; indubitavelmente o ser humano nada podia fazer para apressar esse momento.  Antes dos israelitas serem libertos do Egito pelo poder gracioso de Deus, em aflição eles clamavam por socorro contra seus inimigos. Temos aí um indício profético do plano divino da nossa redenção em Cristo. O pecador, antes do seu livramento pela graça de Deus, do jugo do pecado e dos inimigos espirituais, precisa clamar arrependido e recorrer à graça salvífica de Deus.

Todos aqueles que invocarem o nome do Senhor serão salvos. Israel, mesmo sendo o próprio causador de miséria que viveram no cativeiro; mesmo sendo o próprio Senhor quem instigara o inimigo a se levantar contra Seu povo, quando ouviu o clamor eles, misericordiosamente os socorreu.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal.

Compartilhar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.