Deus sempre está pronto para salvar os pecadores que o buscam.

Romanos 10: 20-21
 “E Isaías ousadamente diz: Fui achado pelos que me não buscavam, fui manifestado aos que por mim não perguntavam. Mas contra Israel diz: Todo o dia estendi as minhas mãos a um povo rebelde e contradizente”.

Findamos com este comentário o terceiro trimestre da Escola Bíblica Dominical cujo assunto foi “O plano de Deus para Israel em meio a infidelidade da Nação” e, neste último artigo vamos fazer um resumo bem sucinto de um extraordinário estudo deste assunto que pode ser encontrado na Bíblia de Estudo Pentecostal. A nossa sugestão é que você faça a leitura deste estudo para que possa estar mais inteirado do propósito de Deus para com o povo que Ele elegeu para ser exclusivamente Seu – Israel. Jamais o propósito do Senhor foi salvar apenas Israel, antes, como o próprio Senhor exigira, Israel deveria dar testemunho para todas as nações a respeito do Deus que eles serviam.

Nos capítulos 9, 10 e 11 da carta que Paulo escreveu aos Romanos, ele trata da eleição de Israel no passado, da sua rejeição do evangelho no presente, e da sua salvação futura. Esses três capítulos foram escritos para responder à pergunta que os crentes judaicos faziam: como as promessas de Deus a Abraão e à nação de Israel poderiam permanecer válidas, quando a nação de Israel, como um todo, não parece ter parte no evangelho?

Paulo aponta para três elementos distintos no plano divino para a salvação de Israel. Primeiro ele fala da eleição de Israel no passado e, Paulo afirma que a promessa de Deus a Israel não falhou, pois a promessa era só para os fiéis da nação. Visava somente o verdadeiro Israel, aqueles que eram fiéis à promessa. Sempre há um Israel dentro de Israel, que tem recebido a promessa – “Não que a palavra de Deus haja faltado, porque nem todos os que são de Israel são israelitas; nem por serem descendência de Abraão são todos filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência”.

Ainda pontuando sobreo o primeiro elemento, Paulo chama a nossa atenção para o fato de que Deus tem o direito de fazer o que Ele quer com os indivíduos e as nações. Tem o direito de rejeitar a Israel, se desobedecerem a Ele e o direito de usar de misericórdia para com os gentios, oferecendo-lhes a salvação, se Ele assim decidir, mas jamais sendo arbitrário em Seus atos.

Em segundo lugar, Paulo analisa a rejeição presente do evangelho por Israel. Seu erro de não voltar-se para Cristo, não se deve a um decreto incondicional de Deus, mas à sua própria incredulidade e desobediência – “Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus”.

E, em terceiro, Paulo explica que a rejeição de Israel é apenas parcial e temporária. Israel por fim aceitará a salvação divina em Cristo. Deus transformou a transgressão de Israel numa oportunidade de proclamar a salvação a todo o mundo, durante esse tempo presente da incredulidade nacional de Israel, assim, a salvação tanto dos judeus como dos gentios depende da fé em Jesus Cristo. A fé em Jesus Cristo, por uma parte do Israel nacional, acontecerá no futuro.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal (pág. 1715, extraído e adaptado)

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