Paulo, um defensor da fé.

I Coríntios 8: 5-6
 “Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por Ele”.

Paulo em toda a sua existência foi um homem notável. Antes da sua conversão foi, talvez, o maior exemplo dentro do farisaísmo. Ele escrevendo aos crentes filipenses, disse a respeito dele mesmo – “Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu, segundo o zelo, perseguidor da igreja; segundo a justiça que há na lei, irrepreensível”. Os fariseus eram os “separados”, era o grupo religioso mais ortodoxo de Israel. E, como fariseu, Paulo, frequentava assiduamente a sinagoga, dava o dízimo criteriosamente e jejuava regularmente. De fato, ele tinha sido um religioso notável.

No seu livro intitulado “Paulo, o maior líder do cristianismo”, o pr. Hernandes Dias Lopes escreve que: “Paulo era o maior embaixador do sinédrio judaico no sentido de promover a fé de seus pais. Por outro lado, era o braço estendido desse mesmo sinédrio para neutralizar ou desbaratar qualquer nova vertente religiosa que colocasse em risco sua tradição religiosa. O sinédrio era o concílio maior dos judeus, composto de setenta homens maduros, cuja função principal era legislar e julgar a vida religiosa e moral do povo judeu. Governado especialmente pelos sacerdotes, da seita dos saduceus, tinha nos fariseus seus membros mais zelosos da lei. Ser membro do sinédrio era ser considerado um dos principais dos judeus. Esse posto de honra dava-lhe projeção e grande destaque na sociedade. Era um homem respeitado pelo seu conhecimento, pela sua religiosidade e pelo zelo com que se devotava à causa do seu povo”.

De fato, Paulo tinha sido um religioso notável.

O opositor do Evangelho do Reino, depois da sua conversão, se notabilizou pela dedicação, persistência, paciência e zelo com que ensinou a Palavra de Deus, não somente a todos os que iam se convertendo a Cristo, mas, também, aos crentes que pensavam que já sabiam as coisas relacionadas às doutrinas da Sagrada Escritura.

No contexto (os versículos bases deste artigo), Paulo está chamando a atenção, tanto dos crentes maduros quanto à dos neófitos sobre a prática da fé. Nem um e nem outro pode causar escândalo por causa daquilo em que crê, ora, se um crê que pode comer aquilo que é sacrificado a ídolos (e Paulo diz que, de fato, isso nada representa), pois não fará mal algum, não seja a sua fé pedra de tropeço para os que creem que os sacrifícios aos ídolos não devem nem serem tocados, quanto mais ingeridos.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Paulo, o maior líder do cristianismo – Pr. Hernandes Dias Lopes
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
– Bíblia de Estudo NAA

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One thought on “Paulo, um defensor da fé.

  • 29 de setembro de 2021 em 06:23
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    Deus seja louvado

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