O mero conhecimento sem a prática não produz sabedoria.

Provérbios 3: 7
 “Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal”.

Se no mundo, hoje, mesmo estando nas precárias condições em que se encontra, ainda encontramos pessoas de caráter ilibado, íntegras, retas e tementes a Deus, sem dúvida alguma, temos que admitir que isso está ocorrendo devido à influência da Bíblia. Até mesmo os que se declaram inimigos e desprezam toda a instrução da Bíblia admitem que nenhum livro em toda história da humanidade exerceu tamanha influência para o bem; eles reconhecem o seu efeito sadio na civilização. Milhões de pessoas antes de conhecerem, amarem e obedecerem a este Livro eram escravos do pecado, dos vícios, da idolatria, do medo, das superstições, da feitiçaria. Eram mundanas, vaidosas, iracundas, desconfiadas, etc.

Indiscutivelmente, com raras exceções, após tomar-se conhecimento das verdades que estão declaradas na Bíblia e abraça-las de maneira incondicional, as pessoas são, de forma evidente, transformadas. A Bíblia além de conduzir o homem à salvação proporciona, como consequência disto, alegria, liberdade, felicidade e santificação. Seus ensinos e instruções constrange, àquele que se torna conhecedor deles, a abandonarem todo o mal em que antes viviam e tornarem-se boas pessoas para a família e para a sociedade. Não existe outro livro com o poder de influenciar e transformar beneficamente as pessoas, conduzindo-os a Deus.

“Ser sábio aos próprios olhos” fala de confiar extremamente em nossos conceitos, razões e conhecimento próprio; indica que, mesmo estando diante da verdade absoluta (Bíblia Sagrada), na maioria das vezes não nos demovemos daquilo que aprendemos. E, quando nós rejeitamos os ensinos bíblicos, nós estamos vivendo segundo o nosso próprio conhecimento, à nossa própria sabedoria. E quando nosso comportamento está condizente com a nossa própria sabedoria, em vez de nos afastarmos do mal, pelo contrário, nos aproximamos mais dele.

Estribar-se no próprio conhecimento e sabedoria demonstra que não temos nenhum temor de Deus e, quando não tememos a Deus a prática do mal é vista por nós como algo que “normal” no cotidiano – a violência do homem, a iniquidade social, a desigualdade econômica, a degradação moral e espiritual já não são vistas como uma doença incurável em nosso meio.

Apartar-se do mal não é apenas isolar-se de tudo isso, antes é reprovar e, também, combater de forma enfática tudo aquilo que ofende a Deus. O fato de não cometermos certos delitos não nos faz inculpáveis se somos coniventes com eles. Somos tão culpados quanto o traficante, se somos colaboradores da “pirataria”.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– A Bíblia através dos Séculos, Pr. Antônio Gilberto.

Compartilhar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.