É preciso renunciar o “eu carnal” e acolher o “eu espiritual”.

Gálatas 2:20; Filipenses 3:7-8; Romanos 12:2
 “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim”.
 “Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo”.
 “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.

Quando Paulo disse que ‘fomos crucificados com Cristo’, ele estava se referindo ao aspecto legal da nossa condição de pecador, ou seja, Deus nos olha como se tivéssemos morrido com Cristo. Como nossos pecados morreram com Ele, deixamos de ser condenados – “E, quando vós estáveis mortos nos pecados e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz”. Em termos de relacionamento, tornamo-nos um com Cristo, e suas experiências (na cruz) também são nossas.

Nossa vida cristã começou quando, em unidade com Ele, morremos para nossa vida antiga. No nosso dia-a-dia, devemos regularmente crucificar os desejos pecaminosos que nos impedem de seguir a Cristo com fidelidade e integridade. Essa também é uma forma de morrer com Ele – “E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Porque qualquer que quiser salvar a sua vida perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida a salvará”. Entende-se que o foco do Cristianismo não é a morte, mas a vida.

Por termos sido crucificados com Cristo, também ressuscitamos com Ele. Do ponto de vista legal, nos reconciliamos com Deus – “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação” e estamos livres para crescer em nossa semelhança com Cristo. E, em nossa vida cotidiana, temos o poder da sua ressurreição enquanto continuamos a lutar contra o pecado. Não estamos mais sozinhos, pois Cristo vive em nós.

Ao escrever a carta aos Filipenses e dizer que ‘o que para mim era ganho’, Paulo está se referindo à suas credenciais, reputação e sucessos. Depois de mostrar que poderia vencer os judaizantes conforme as regras e padrões deles (pois demonstravam orgulho de sua identidade e realizações). Paulo avaliou o que havia conquistado em sua vida e disse que tudo aquilo era “perda” quando comparado à grandeza de conhecer a Cristo. Essa é uma profunda declaração a respeito de valores; o relacionamento de uma pessoa com Cristo é mais importante do que qualquer outra coisa. Conhecer a Jesus Cristo deve ser nosso supremo objetivo.

Deus tem planos bons, agradáveis e perfeitos para seus filhos. Ele quer que nos transformemos em pessoas com mentes renovadas, que vivam para obedecê-lo e honra-lo. Tendo em vista que Deus deseja somente o melhor para nós e deu seu Filho para tornar essa nova viria possível, com toda alegria, devemos oferecer-nos a Ele como sacrifício vivo e colocar-nos a seu serviço.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.

Compartilhar

2 thoughts on “É preciso renunciar o “eu carnal” e acolher o “eu espiritual”.

  • 2 de abril de 2022 em 06:57
    Permalink

    Deus abençoe sempre 🙏🏽

    Resposta
  • 2 de abril de 2022 em 07:38
    Permalink

    Deus continue te abençoando grandemente!

    Resposta

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.