Não satisfaça o desejo da carne.

Gálatas 5:16,17
 “Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis”.

O conflito espiritual interior que o crente vive diariamente, envolve a totalidade da sua pessoa. Este conflito resulta ou numa completa submissão às más inclinações da “carne”, o que significa voltar ao domínio do pecado; ou numa plena submissão à vontade do Espírito Santo, continuando o crente sob o senhorio de Cristo. O campo de batalha está no próprio crente, e o conflito continuará por toda a vida terrena, visto que o crente por fim reinará com Cristo, isto é, a nossa guerra diária (espiritualmente falando), muitas das vezes, está dentro de nós – é a nossa luta para evitar que a natureza pecaminosa domine e subjugue a nova criatura que, agora, somos.

Todos as pessoas possuem desejos pecaminosos e não podemos ignorá-los – “Desviaram-se todos e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não há sequer um” – evidentemente que o salmista não está se referindo exclusivamente a obras quando fala sobre o exercício do bem. E, embora, algumas pessoas queiram fazer essa aplicação, devemos estar cientes de que qualquer bem que fazemos se não for com o objetivo de glorificar a Deus não tem nenhum valor. A única forma de manter estes desejos aprisionados é seguindo a orientação do Espirito Santo, devemos, decididamente, enfrentá-los – “E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências”.

Esses desejos pecaminosos incluem pensamentos, sentimentos e atos evidentes como imoralidade sexual e atividades que são abomináveis aos olhos de Deus. Incluem, também, outros que são menos óbvios, como hostilidade, ciúme e ambição egoísta. Aqueles que ignoram esses pecados, ou se recusam a enfrentá-los, mostram que não receberam o dom do Espirito que leva a uma vida transformada. Podemos nos tornar réus por causa daquilo que pensamos, por isso, é que quando os maus pensamentos nos invadem a mente, devemos imediatamente expurga-los, para que não germinem e venham a florescer.

Nossa natureza pecaminosa sempre vai estar em aberta oposição ao que o Espírito Santo quer realizar em nós e através de nós, por isso, se temos a vontade de dar fruto com estas qualidades – “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”, então, com toda certeza o Espírito Santo está guiando nossos passos.

O fruto do Espirito e a obra espontânea do Espírito Santo dentro de nós. O Espirito produz certos traços de caráter que são encontrados na natureza de Cristo. São os subprodutos de seu controle sobre a nossa vida — não conseguiremos obtê-los se tentarmos alcançá-los sem sua ajuda.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal.
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.

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